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terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

hummm...

tem muita graça, ela, tem muita graça!

Um dos meus capítulos preferidos é, julgo eu, uma revisão deste post aqui. Com muito mais precisão e a mesma delícia.

Engoli-o!

:)

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

senão obrigatória,

pelo menos altamente recomendável e didática.

Esta crónica do Lobo Antunes (bem... e os livros...os rrrromances!):



(Cliquem na imagem para tornar legível o texto!)

via Dias assim.

segunda-feira, 19 de maio de 2008

só aqui a pensar...

"nós" por cá (vulgo: eu!) temos muitas saudades de um blog do ricardo...
e da "outra" que se ficou pelos crepes do irmão francisco...

mas não é para pressionar ninguém...
...foi só um pensamento em "voz" alta...

quarta-feira, 7 de maio de 2008

há coisas

tão boas de se ler...

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

vómito

através da querida Sónia fui até AQUI para confirmar a minha própria existência. É vergonhoso. E é cada vez mais assim. Saímos de um país oprimido e mudo para um país onde a liberdade de expressão criou uma geração - a dos nossos pais - onde os benefícios dessa mesma liberdade e das reivindicações por direitos no trabalho foram e ainda são evidentes. Mas houve também muitos exageros. Agora, na geração dos filhos - nó s- caímos no entorpecimento e na estupidez da massificação. Se nem chegámos bem a ser Yuppies, sofremos as consequências e fomos levados na onda... Ninguém reivindica nada, toda a gente faz por ser "o escolhido". Deixa-se de se ter vida. Vive-se para trabalhar e não se trabalha para viver.
É também por isto que às vezes sinto que nada faz sentido! Mas é que não faz mesmo!
Somos escravos! Voluntários!
E eu ando às cabeçadas, choro uns dias quando expludo e ainda engulo uns comprimidos de enquadramento...
Mas também eu (além de amigos mais atentos) já percebi que estou de novo em fase de mudança...

Mais uma vez:
"Não sei por onde vou,
Não sei para onde vou
- Sei que não vou por aí!"
Eis uma belíssima frase do José Régio que, desde que a ouvi pela primeira vez, nunca deixou de me ser útil. Aliás, todo um belo poema, o Cântico Negro.

sábado, 3 de novembro de 2007

pois eu

( sou, nalguns aspectos, uma rapariga informada. Principalmente no que diz respeito à blogosfera (sim, porque tv, nem vê-la... - mas ando melhorzinha, ando melhorzinha, obrigada... - e muitas vezes nem sei o que se passa no mundo dito comum, normal, que é aquele que passa nos noticiários...) e às tendências que vão surgindo, dando depois origem às modas... essa "característica" é assim uma espécie de defeito que eu tenho, que se fosse bem aplicado podia dar frutos... bem, já me estou a enrolar...
sim, sou uma rapariga informada e sei que a reciclagem urge, entre outros... e cá vou fazendo o meu papel, não em sentido literal, e vou colocando de parte as embalagens e o vidro (mas confesso que já estive mais religiosa e que hoje em dia às vezes me farto um bocadinho)...
mas... )
ao contrário de outros, tenho recebido muitas cartas, cartas lindas, não recicladas e irrecicláveis. Cartas maravilhosas, em que a mariana desbarata um conjunto de papel de carta e envelopes que recebeu nos anos... :) e depois chega ao pé de mim e diz "tens correio", e estende-me mais um envelope cor-de-rosa, não resistindo a segredar-me "fui eu", para que não haja dúvidas sobre a origem das mensagens de amor que o embrulho contém... :)




sexta-feira, 26 de outubro de 2007

será melhor

alguém ir ver se o estado líquido da acm era no setido literal? Não vá a moça ter escorrido por algum ralo abaixo!!! :)

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

continuo

encantada com a minha permanente descoberta do blog da ... (tiro-liro-liro...não sei como se transcreve: "assobiar, olhar para o ar a disfarçar..."), volto a descobrir belos posts sobre "isso" que ela tão bem descreve. Como este.

Como descobri o blog tardiamente, agora entretenho-me a, de-vez-em-quando, quando o contexto o permite, deambular pelos arquivos. Foi o que fiz hoje (e na realidade o contexto ainda o permitiu poucas vezes), há pouco. E se me sinto cheia de coisas para dizer, mas sem paciência, que bem que me sabe ler coisas destas e apontá-las, sob a forma de link, como que a dizer "é isto", vêem? Vês?
O problema é que qualquer dia, a dita ... (..fiu, fuíí...), vai achar que eu estou p'raqui com uma obsessão qualquer, uma coisa do fôro psiquátrico...
Mas, se isso a tranquiliza de alguma forma: eu julgo sinceramente que não!
:)

terça-feira, 2 de outubro de 2007

uma das melhores frases

dos últimos tempos, aconteceu ontem, sei lá em que canal que dá sei lá que série chamada "O Meu Nome É... (sei lá que nome!! Earl? Grey? Nome de chá?)".

O "gajo" (personagem principal) diz à gaja ("gaja" principal, toda espampanante, loira bombástica ao exagero, em registo "living doll"): "não me tinhas dito que tinhas entrado num concurso de beleza!".

Ela, en passant, sem dar ênfase nenhum à coisa, e antes de passar ao assunto que lhe interessa, responde:

"Cada vez que saio de casa entro num concurso de beleza."

terça-feira, 18 de setembro de 2007

é que

faltou dizer que este é um dos melhores (senão o melhor) posts que li na vida. Sobre maternidade.

(e pelos vistos, não fui a única! ;)

agora que a acm, que não conheço, mas cujo blog venho devorando de há uns tempos para cá já se vai poder candidatar a presidente da república, acho que está na altura de criarmos uma comissão eleitoral, ou de apoio, ou lá o que é... (pode ser que lhe venha a apetecer!... :)

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

completamente de acordo

não sei quem é o senhor que assina o post, porque não me dei ao trabalho de investigar (nem vi o nome), mas por este link lá chegarão. O que me interessa agora aqui deixar é a minha concordância com esta visão da coisa, independentemente de quem a tenha proferido, não por desrespeito (ou limitar-me-ia a plagiar) mas por não precisar de saber para estar de acordo. Não sou assinante, sócia ou membro de nenhum partido ou religião e posso concordar com opiniões vindas de que qualquer quadrante.
Tudo isto, no fundo, para justificar qualquer coisinha, caso o autor seja um facínora da pior espécie... mais valia ter voltado atrás e ter lido o nome do autor, não é? até porque o nome do blog me é familiar, mas, como todos os blogs de cariz mais ou menos político, não o leio nem o adiciono aos favoritos...
Enfim, chamou-me mais uma vez a atenção um post da Rititi, sobre o assunto e decidi clicar no link para ler o post "fonte" completo.

uff...
pronto, em resumo: boa, é mesmo isso que me apetece dizer sobre esta gente. Ainda por cima por, de vez em quando, ter oportunidade de conviver com alguns. As afinidades parecem evidentes, mas desenganem-se. A minha noção de esquerda é outra. Mas não tem partido.

quinta-feira, 14 de junho de 2007

ipsis verbis

"A HISTÓRIA SOBRE AFIAR LÁPIS"

Era uma vez uma mulher que queria escrever um grande livro e, para isso, comprou um montão de papel, cinquenta lápis novos e um bom afiador de lápis. A partir daquele dia, o seu marido e os seus filhos tinham que falar baixo e andar nas pontas dos pés, porque a mulher queria começar a escrever o livro.
Primeiro preparou o papel e afiou o lápis enquanto pensava na primeira frase. Depois afiou outro lápis, mas continuava a pensar na primeira frase.
A mulher afiou os cinquenta lápis até ao final e ainda mais outros seis mil quinhentos e doze lápis. Nisto, já se tinham passado três semanas e ela ainda não tinha escrito a primeira frase, mas agora era campeã do mundo de afiar lápis e saiu no jornal."

in "29 Histórias Disparatadas" de Ursula Wolfel (com dois pontinhos no "o", mas que o meu teclado não tem e agora não encontro na net para fazer "copy e paste"), edição da Kalandraka.




li a primeira história deste livro à Mariana, ao deitar.
Posto isto, fartámo-nos de rir! :D
O próximo mês promete, portanto! ;)


quarta-feira, 6 de junho de 2007

lá por casa também...

isto a propósito de arrumar a estante...