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quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

puta que pariu

o dinheiro mais a puta da prepotência...

terça-feira, 30 de setembro de 2008

sem carregador. stop.

que o que é meu é dele. stop.
portanto sem bateria. stop.
apenas para dizer que recebi a prenda mais linda para a Rosa. stop. Veio de Braga. stop.
E tenho uns amigos do caraças. stop.

Hoje, nem de propósito, fiz contas à vida. stop. Ao que parece devo dinheiro. stop. À banca, ao diabo. stop. Mas terminei o apanhado, a estimativa, dizendo "divídas morais tenho muito mais". stop. Na realidade, pensando bem, acho que não tenho. stop. Que os meus amigos não são de cobrar o que dão, mesmo que seja a fundo muito perdido! stop. Lembro-me, assim de repente, de uma viagem a Cannes e de umas tintas e telas para desenvolver um projecto pessoal. stop. E um dia, mesmo que não me cobrem, hei-de pagar. Nem que seja de outra forma. A realizar outros sonhos. Os deles. stop.

E quando fôr grande aos olhos dos outros, não hei-de precisar de pedir nada a ninguém.
Também me lembrei do ex-marido que com todos os defeitos (ou não fora ex) nunca se importou de dar mais quando eu tenho menos, para bem de todos. stop. Durante um tempo (pouco, comparativamente) foi ao contrário. E ele sabe que se um dia calhar, será de novo. stop.

Amanhã talvez ponha fotos, se tiver bateria. stop.

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

vómito

através da querida Sónia fui até AQUI para confirmar a minha própria existência. É vergonhoso. E é cada vez mais assim. Saímos de um país oprimido e mudo para um país onde a liberdade de expressão criou uma geração - a dos nossos pais - onde os benefícios dessa mesma liberdade e das reivindicações por direitos no trabalho foram e ainda são evidentes. Mas houve também muitos exageros. Agora, na geração dos filhos - nó s- caímos no entorpecimento e na estupidez da massificação. Se nem chegámos bem a ser Yuppies, sofremos as consequências e fomos levados na onda... Ninguém reivindica nada, toda a gente faz por ser "o escolhido". Deixa-se de se ter vida. Vive-se para trabalhar e não se trabalha para viver.
É também por isto que às vezes sinto que nada faz sentido! Mas é que não faz mesmo!
Somos escravos! Voluntários!
E eu ando às cabeçadas, choro uns dias quando expludo e ainda engulo uns comprimidos de enquadramento...
Mas também eu (além de amigos mais atentos) já percebi que estou de novo em fase de mudança...

Mais uma vez:
"Não sei por onde vou,
Não sei para onde vou
- Sei que não vou por aí!"
Eis uma belíssima frase do José Régio que, desde que a ouvi pela primeira vez, nunca deixou de me ser útil. Aliás, todo um belo poema, o Cântico Negro.

terça-feira, 14 de agosto de 2007

hoje foi dia

de contas.
Contas de produção,
contas de caixa,
contas do IVA,
contas à vida.

A minha vida, claro, dá sempre prejuízo! Monetário, note-se. Mas dá prejuízo a mim!!!
:D
sou uma privilegiada!...