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segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Os Melhores

Numa altura em que se elaboram listas dos melhores livros, filmes, discos, etc., não só de 2009 como da década, vou deixando aos poucos, conforme me vá lembrando.

O primeiro dos melhores:



Comprei aqui.
Existe em português mas na altura estava esgotado. Se estiver traduzido com inteligência não vejo porque não.
Devia ser de leitura obrigatória na escola.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

:)

já o(s) tenho.
A ver se coicidimos.
Nova aventura.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

jo

também quero esse! :) ou então depois contas-me!
beijinhooo!

quarta-feira, 22 de julho de 2009

pequenas notas

Livros:

Leite Derramado - as críticas são extraordinárias mas eu gostei mais do Budapeste.
(O Chico Buarque é lindo, anyway..., e a escrita - ou a leitura - é sempre ritmada.)

Comecei este, de que haverá muito a dizer (leiam a introdução, pelo link), e estou à espera deste que a amiga jo me mandou pelo correio :)

Devia estar a ler este (prioritário...) e este (um extra que me parece interessante mas receio que se torne demasiado estatístico...)

Filmes:

Burn After Reading - muito, muito Coen :)

Yes Man
- mediano. Mas o Jim Carrey a fazer de morto com a mosca no olho vale pelo todo... :D

Mes Stars et Moi - Muito engraçado. :)

Music and Lyrics - O Hugh Grant vale sempre a pena, mas vê-lo no genérico/teledisco a la anos 80... é obrigatório! :) e o filme tem caricaturas muito bem apanhadas! A rapariga vedeta tipo Shakira e o próprio Alex Fletcher (Hugh Grant) estão muito bem desenhados ...

terça-feira, 21 de abril de 2009

querida joaninha

(que eu mandei vomitar para outro lado :))

e pronto, fui ver e era dele!

E vem muito bem acompanhado por este e este.

:)

(suspiro)

a mim

mais a sociologia do que a psicologia, talvez...

quinta-feira, 16 de abril de 2009

e depois há aqueles

por acaso o livro da Bertrand é mesmo das coisinhas mais softy-softy-quase-porno-fofinhas que li na vida... ou o início de uma nova postura literária...
o preconceito é uma coisa mesmo nojentinha...

quarta-feira, 15 de abril de 2009

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

hummm...

tem muita graça, ela, tem muita graça!

Um dos meus capítulos preferidos é, julgo eu, uma revisão deste post aqui. Com muito mais precisão e a mesma delícia.

Engoli-o!

:)

sábado, 7 de fevereiro de 2009

pronto, então vá...

ao fim de 15 anos lá vem o Kotler...

estou

a construir uma biblioteca impressionante, numa nova temática... ou não tão nova.... resta saber: para ler quando?

domingo, 1 de fevereiro de 2009

prémios "O melhor do sofá"

a melhor publicação/leitura do fim-de-semana,
entre os habitués que cada vez menos têm para dizer,
foi uma mensal que nunca tinha comprado
e que comprei atraída pela capa:

Courrier Internacional de Fevereiro 2009.

Dois artigos surpreendentes e interessantes:

"Todos ao palco, contra a crise", do El Universal,
Cidade do México, "Teatro ‘revive’ pueblo en ruinas", José Vales, 16.12.2008,

que fala de como uma aldeia argentina com 500 habitantes (outrora 5.000) renasceu quando a pediatra da terra fundou um grupo de teatro que envolveu principalmente mulheres e crianças, salvando-os do tédio, da pobreza e da apatia, e relançando a economia local atraindo turistas para assistirem aos espectáculos...

e

"Bancos escapam à crise", do "Trouw, Amsterdão, Wouter Bax, 08.11.2008,

que eu não consigo linkar porque não percebi nada do jornal em holandês e nem sequer consegui identificar o texto...

Mas começa assim o artigo traduzido em português:

"O banco holandês ASN - pertencente ao grupo financeiro SNS Reaal - investe em empresas cotadas na Bolsa em função das respostas a várias questões: De onde vêm as matérias-primas que utilizam? Trabalham para a indústria de armamento? Empregam mão-de-obra infantil? Pagam salários convenientes? Respeitam os direitos humanos e o ambiente? Este banco encarrega-se, ele mesmo, de verificar o carácter "sustentável" das empresas, especifica o seu director, Jeroen Jansen. (...)"

e fala de "bancos éticos", investimento em empresas responsáveis e créditos a "pioneiros sustentáveis"...

..........

Noutro contexto, mais estético (...), a Wallpaper de fevereiro também não está mal, com os prémios Design 2009...

terça-feira, 15 de julho de 2008

leite

condensado cozido, meia-dúzia de blogs, a miúda-que-aí-vem aos saltos e vou para a cama ler as aventuras da outra, que já chegou à Índia, depois da passagem por Itália.

terça-feira, 10 de junho de 2008

ora

aqui está um livro muito útil, muito esperto e que levanta algumas questões que, para mim, são as que estão por resolver nas próximas décadas.
Não me tem trazido novidades mas estou a gostar muito de o ler porque consolida aprendizagens difíceis da última década (com especial relevância nos últimos 8 anos) e ajuda a desdramatizar, relativizar, tornar mais justa a vida, mais certa a medida. Ajuda pacificar os conflitos internos para que, depois então, se possam desmistificar e resolver os externos.
E, assim de repente, lembro-me de muitas (todas?) jovens (ou não tão jovens!!) mães que o deveriam ler. Se pudesse oferecia-o a todas. Por favor, arrisquem lê-lo!! Pela vossa saúde mental, pela vossa felicidade e, por conseguinte, dos vossos filhos.
Acreditem!
(principalmente se se mutilam com a culpa, se penam com o insucesso, se tentam fazer todos felizes mas não vêem como sê-lo, se nada é como pensavam, se até desejam secretamente voltar atrás, se se perderam de vocês próprias no caminho, se não vislumbram o futuro)

terça-feira, 10 de julho de 2007

Oh my dog!!!

...que andas tu a fazer, Manoel??



(já agora aqui fica o caminho para o sempre grande hit dos Norman
(Norberto e Manuel), a Cancer Song.)

quinta-feira, 14 de junho de 2007

ipsis verbis

"A HISTÓRIA SOBRE AFIAR LÁPIS"

Era uma vez uma mulher que queria escrever um grande livro e, para isso, comprou um montão de papel, cinquenta lápis novos e um bom afiador de lápis. A partir daquele dia, o seu marido e os seus filhos tinham que falar baixo e andar nas pontas dos pés, porque a mulher queria começar a escrever o livro.
Primeiro preparou o papel e afiou o lápis enquanto pensava na primeira frase. Depois afiou outro lápis, mas continuava a pensar na primeira frase.
A mulher afiou os cinquenta lápis até ao final e ainda mais outros seis mil quinhentos e doze lápis. Nisto, já se tinham passado três semanas e ela ainda não tinha escrito a primeira frase, mas agora era campeã do mundo de afiar lápis e saiu no jornal."

in "29 Histórias Disparatadas" de Ursula Wolfel (com dois pontinhos no "o", mas que o meu teclado não tem e agora não encontro na net para fazer "copy e paste"), edição da Kalandraka.




li a primeira história deste livro à Mariana, ao deitar.
Posto isto, fartámo-nos de rir! :D
O próximo mês promete, portanto! ;)


quarta-feira, 6 de junho de 2007

lá por casa também...

isto a propósito de arrumar a estante...