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quinta-feira, 27 de maio de 2010

sexta-feira, 21 de maio de 2010

:)

hum, hum!..

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Get a Done list!

Kill your To Do list!
Get a Done one! :)

quinta-feira, 22 de abril de 2010

quarta-feira, 21 de abril de 2010

como é possível

que alguém não veja, que alguém não perceba? Que alguém esteja a milhas e nunca vá ter uma mínima noção da realidade mesmo que confrontado com isto, dias, semanas, meses, anos?

(Pensei mandar-lhe por mail, mas ele não lê e se, numa muito remota hipótese, lesse, enfim... não iria perceber na mesma por força dos pré-conceitos que tem e da falta de conhecimento de causa, não é?...

Frustração, ainda, frustração.
Mas, pelo menos, já vou perdendo alguma persistência
e não tenho vontade nenhuma de o "educar".)

E está tão bem escrito!

terça-feira, 20 de abril de 2010

quinta-feira, 15 de abril de 2010

e

se fôssemos todos ricos e nos pudéssemos dar ao luxo de ter um lugarzinho para...hmmm. "trabalhar"...hmmm, mais ou menos isso.... reflectir, criar, e divertirmo-nos alguma coisa... eu gostava de partilhar esse lugarzinho solarengo e arejado com a Rita e o Ricardo!

não sei porquê, estava só aqui a sonhar...

domingo, 21 de março de 2010

celebrar

a Primavera na casa nova. Velha casa nova.
Equipa super pro ajudou-me hoje de manhã! Uma verdadeira frota!
Tenho a casa povoada de sacos! :)
Mas hoje já cá ficámos!
O Pessoa ganhou um pufe novo, as miúdas partilham um quartinho,
está frio mas já tenho estores
e agora é uma questão de dedicação. :)
Obrigada meus amigos lindos!
A ver se amanhã ponho aqui as fotos.
Obrigada!
E beijinhos.

sábado, 6 de março de 2010

conjugação de astros

desde ontem, eu com com a minha vida social num caco, já recusei:
- uma ida à ópera ao S.Carlos (ontem à noite)
- um lugar (oferecido) num workshop de escrita teatral (hoje das 11 às 18)
- ir ver o Herman no Maxim, hoje à noite.
Tenho pena de tudo o que recusei, por impossibilidade.
Que estupidez...
e a sensação de que não sei quando poderei, efectivamente, voltar a aceitar convites que surjam...
Arranjei-a tão bonita que tenho que pedir autorização para qualquer coisa que precise.
Esta semana já consegui ter algumas reuniões, mas isto é altamente injusto, claro.
A mim há muito tempo que niguém me pede para sair de casa cedo ou regressr comigo já deitada, msa é o que sucede praticamente todos os dias e não estou a exagerar.
Parece que sou a única pessoa que realmente tem alguma coisa a ver com isto, com as filhas comuns, com as necessidades extra-monetárias de uma família, de uma casa, etc.
E está tão implícito o meu compremetimento que ninguém me pede realmente nada.
É tão escandaloso que dava um filme de culto.
Mas ontem, quinze miúdos nascidos em 1974 foram fazer de conta que saíam à noite; acabaram de jantar à meia-noite no Alecrim às Flores (de onde foram explusos à uma e meia) e foram "só ver" o bar - vazio numa 6ªa noite - da porta logo ao lado. (Fechava às duas e também nos puseram a andar.)
Ainda apanhámos o engarrafamento da 24 de Julho e conseguimos chegar a casa perto das 3 da manhã. Tchiiiina pá!

quinta-feira, 4 de março de 2010

..

para começar melhor o dia fui cortar o cabelo. Com um desbaste assim terapêutico, quase careca, sinto-me bem.
Ontem tive uma deliciosa, magnífica reunião com a minha nova guru. I shall follow her till the end.
Sintonia em terrenos movediços como o "dos negócios". Passos à medida dos pés. Hum, bom, bom, bom!...
Orçamentos de janelas, portas e eu a dizer "uma folha oscilo-batente, duas folhas corredoras". Muito pro.
E sempre no mundo da lua, no mundo dos blogs, no mundo das sintonias, dou por mim a olhar um concurso televisivo de fim-de-tarde (ainda os há!) que alguém zappou no dia dos meus anos e a ficar perplexa por ver que AINDA HÁ PROGRAMAS COM MULHERES A ENFEITAR!!!!
A sério que fiquei parva!!! Sinto-me tão a anos luz daquilo que achei que era mais um cromo da caderneta "crómó" do Markl na Comercial, coisa morta, universo distante!!...
Mas depois caio na real e penso que basta olhar à volta na rua e ver as mulheres, ainda tão preocupadas tão e somente em agradar ao sexo oposto...
Também ontem (foi ontem? não, anteontem) em casa da minha priminha, de manhã, estava a televisão ligada no canal fox life (seria? fox qualquer coisa) e passavam séries em catadupa com mulheres à la carte, à la minuta, todas produzidas comme il faut pour que sa sonne, com muitos affairs, muita cama, muitos homens igualmente bronzeados, torneados, e cujo universo girava em torno disso mesmo, dos relacionamentos, do sexo, da atracção e eu pensei "what da fuck?"
Que se passa? Ou o que não se passa?
Am i the only one living my own life, here?

terça-feira, 2 de março de 2010

para a Lena

e para todas as meninas, esta história da Isabela.

Com amor.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

(rufar dos tambores)

a minha vida está prestes a mudar!
A nossa.
Ainda a propósito deste post aqui, tenho a dizer que os meus desejos, agora que estou a 1 semana e 1 dia de fazer 36 anos, serão muito mais concisos este ano. E ainda bem que me lembro do ano passado e de tudo o que senti na véspera dos meus anos. Passou um ano e eu não quero que o estado das coisas seja o mesmo daqui em diante.
Vou mudar de casa, mudar de vida.
Vou criar o meu próprio emprego, na área que quero e que gosto.
Vou gerir a minha vida.
O que tenho de bom é que quando lanço a primeira pedra já não há volta a dar.
:)

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

sábado, 5 de dezembro de 2009

já tinha

saudades de estar com amigos, assim.
E só tive noção de que eram muitas pelo bem que me soube.
A vida mal tem chegado para o essencial.
Repitamos.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

quinta-feira, 16 de julho de 2009

o caralho!


fotografia de Dina Goldstein, via Alice

Este espaço encontra-se meio morto, a meio gás, a menos de meio. E então tentarei explicar, finalmente, de forma mais ou menos sucinta (mas que ainda dá trabalho e me exige um tempo que eu não tenho), porquê.
5-Au-Sac e depois 6-au-sac, o caralho! É que aqui já não estamos, se é que alguma vez estivemos (ou terá sido só imaginação minha?), todos no mesmo saco! Mas, obviamente, em vez de passar a vida a trocar o nome ao blog, mais vale partir para outro (porque os pressupostos da coisa estão todos trocados)!
Todos no mesmo saco, o caralho!, porque a vida insiste em mostrar-me que estou enganada, fui enganada, uma patética romântica, uma obstinada! A vida repete-se em loop mas a queda é cada vez mais acentuada! A sorte, neste círculo completo, é que a subida também é sempre maior e eu já vou mais longe.
Um marido, dois maridos, com papel ou sem papel, uns gajos pelo meio e eis que afinal é talvez a Biologia que reina, para além do social. É tudo a mesma coisa. Vira o disco e toca o mesmo, tirando dois maus carácteres que me apareceram pelo caminho, quanto a pais de filhas tive sorte porque são boas pessoas. Acima da média. Acima de outros que me rodeiam. Mas, garanto-vos, tirando as questões de carácter, em termos de investimento parental (também acima da média): não chega!
Se calhar o problema com os homens não está nos homens. Se calhar, não, não está de certeza. Eu dou-me bem com os meus amigos, sempre dei. E porquê? Porque não crio neles expectativas para além daquelas que eles cumprem! O problema dos homens está nas expectativas que lhes conferimos. Se me tivessem dito, à priori, que ter um homem é como ter um cão, tudo certo. Eu não posso é, a meio do caminho, fingir que sempre quis ter dois cães e seguir feliz com isso! Não, eu quis mais, e quem estava errada era eu! Caiam-me em cima as feministas, as esquerdistas, os papistas, mas é tudo uma questão de biologia (lá volto eu à carga, outra vez).
É comum a quase todas as espécies e as descobertas no campo da genética e do ADN só vieram confirmar que mesmo aquelas espécies que se julgavam monogâmicas afinal não eram (nas aves, sobretudo, que nos mamíferos mais próximos já não havia ilusões). E o que interessa isso para o caso? Tudo. Porque aqui o que interessa não é se as espécies têm um ou mais parceiros (estou, neste momento, pouco cagando para o assunto). O que interessa aqui é tudo o que acontece à volta disso e como tudo está relacionado com o comportamento de homens e mulheres no que diz respeito às crias. Mas mais não me alongo, posso apenas sugerir leitura (rigorosa, científica e bastante interessante). Isso e porque “nos casamos”…
Pois bem, depois de contrariar a Biologia a partir de uma série de pressupostos Sociais, construídos, não admira que o caminho nos leve à frustração. Além disto vieram-nos com a balela da emancipação das mulheres, da igualdade dos sexos… igualdade o caralho! Antigamente, as avós, ficavam em casa a tomar conta das crianças. Depois, as mães, desataram a trabalhar e marimbaram-se para as criancinhas, ocupadas que estavam com todas as outras questões. Agora, espera-se de nós que façamos o pleno! A contar com uma participação masculina que não é nem nunca será efectiva e similar! E desatamos todas a querer agradar a gregos e troianos, aos filhos aos maridos, a patrões e a nós próprias, como se isso fosse possível! O caralho! Ou andamos a dar em doidas e a tomar comprimidinhos para suportar a vidinha moderna, ou andamos a fingir que está tudo bem e não tiramos um sorrisinho estúpido dos lábios enquanto dizemos “sim, querido” (e provavelmente também andamos a tomar comprimidinhos, mas o medo, o pavor, é de os perder, a eles, aos machos, como se precisássemos deles realmente para alguma coisa – com tanta histórinha de moral infantil e ninguém nos ensinou a preservar um mínimo de auto-estima?), ou desistimos de uma parte porque pura e simplesmente não é possível e há que priorizar. A frustração, essa, mantém-se. Porque independentemente de como sobrevivemos à questão, os valores mantêm-se (aqueles que nos encasquetaram quando éramos pequeninas).
E então aqui estou eu, segunda filha linda, que amo perdidamente, que me suga as entranhas porque me tenho dedicado a ela desde que nasceu, há nove meses, e ainda ando às voltas com a mais velha e o sentimento de culpa judaico-cristão que também nos imiscuíram. Dia e noite, noite e dia, venha o que vier, corra como correr, seja bom ou mau, aqui estou eu para segurar as pontas, dar colo, dar o couro. Aqui estou eu porque me manda o instinto, seria incapaz de não estar. Mas não precisava de estar sozinha e estou. Pela segunda vez, estou. Pela segunda vez caí no conto do vigário. Pela segunda vez o pai da criança resolveu dedicar-se a fundo ao trabalho, a novos projectos, e também este pai desapareceu. E ele negará sempre, será incapaz de ver. Mas ele não está. De manhã, de tarde, de noite, de madrugada. Ontem, hoje, amanhã e depois. O tipo é um profissional do melhor, concorrente sem horários, sem restrições, porque na sua paternidade estou eu. Não faz férias porque estou eu em Tróia com as miúdas (para que pelo menos elas tenham umas férias e porque idealizei um verão como os das revistas, com as miúdas na praia, que cenário idílico…), como sempre a duplo horário sem folgas ou coffee-break…
“E em Setembro, como combinado, eu adaptarei o meu horário para que tu possas retomar a tua vida..”, diz. Em Setembro a Rosa vai para a creche e vai ficar doente uma carrada de vezes (esperemos que não, mas é o comum…) e eu cá estarei a coprometer a minha nova vida profissional para cuidar dela, que esse é um filme que eu já vi. E cá estarei eu a fazer das tripas coração a largar para trás o que não posso agarrar poque tenho duas filhas com quem quero partilhar o tempo aceitável e não ter que pagar ainda mais a quem o faça. E cá estarei eu irritar-me com isso, porque estarei sozinha, como sempre. E a sentir-me frustrada e subaproveitada nas minhas capacidades intelectuais. Porque eu não posso ir ou fazer porque tenho duas filhas e eles não podem estar porque têm outras obrigações, com outras pessoas… O caralho!
Portanto, em resumo, a situação é a seguinte: Eu não acredito na igualdade dos sexos, eu não acredito em finais felizes nos moldes em que nos ensinaram a ver as histórias. Convençamos as nossas filhas de que não aparecem príncipes encantados e que não se devem casar para serem felizes para sempre. Filhos é melhor que tenham sozinhas porque assim já sabem com o que contam e não depositem esperança nas capacidades que os homens não têm. Os homens são muito filhos. Convençamos as nossas miúdas de que não precisam de ninguém para ser felizes porque lhes poupamos o trajecto tortuoso que as levará a essa conclusão depois de experimentarem de outra maneira. E que a felicidade só depende delas e da capacidade que tenham de estar bem consigo próprias, sem medo da solidão, sem medo do silêncio, porque é dos seus espíritos criativos e geniais que vem a resposta ao mundo, à vida. É da sua própria cabeça que sai tudo, toda a vida, toda a graça, tudo o que preenche um espaço vazio. Não dependem de ninguém para encontrar o caminho. Não precisam de ninguém para andar para a frente.
E mais haveria a dizer, mas neste momento não me lembro. Porque estou cansada, porque tenho a miúda no braço esquerdo, porque esta foi outra noite infernal. Se me lembrar entretanto (e eu sei que havia muitas coisas…) talvez cá volte.
Posto isto, obviamente, julgo que este blog não faz sentido. Até porque não quero enxovalhar ninguém. E não, não me separei de novo. A vida corre apenas nos moldes que aqui vos conto. Por isso parto para parte incerta.
Obrigada por estarem desse lado.

terça-feira, 14 de julho de 2009

23:30, mais coisa, menos coisa

- (...) IRRA, QUE DIA!! ISTO ESTÁ IMPOSSÍVEL!! PORRA, NÃO FALTA MAIS NADA! ESTOU CANSADA, EXAUSTA, NÃO AGUENTO MAIS!!

- Mãe, o Pessoa vomitou!

- ...

quinta-feira, 21 de maio de 2009

reparei hoje

que tomar banho com alguém em casa que olhe pela Rosa (coisa que só acontece, vá lá, uma vez por semana...) não só me dá paz de espírito por não ter alguém que grita por mim (esta já tinha reparado...) como ainda me deixa pensar! É mesmo isso!! A quantidade de coisas que me passam pela cabeça, as conclusões, as ideias (tudo condensado naquele momento, como se estivese tudo à espera)... pena que depois não tenha tempo para as registar... algumas seriam de utilidade pública!...