quinta-feira, 27 de maio de 2010
quarta-feira, 26 de maio de 2010
aproximadamente isso
Rainy Day Tribal Parenting
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por
Lia Ferreira
às
23:35
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categorias: amigos, como educar uma filha, comunidade, links, sociedade
terça-feira, 18 de maio de 2010
quinta-feira, 22 de abril de 2010
a terra é redonda
e a mente anda em círculos.
Vale a pena ler.
por
Lia Ferreira
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22:13
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categorias: como educar uma filha, mulheres, qualidade de vida, sociedade, vida
terça-feira, 20 de abril de 2010
só um minutinho e 44 da vossa atenção
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Lia Ferreira
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11:44
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categorias: qualidade de vida, sociedade
domingo, 18 de abril de 2010
a sério?
"Women are getting unhappier:
Our research is simply about documenting a fact: since the 1970’s, women’s self-reported happiness has fallen, relative to that of men. This seems paradoxical, given the tremendous strides made by the women’s movement. We report this fact, test that it is a robust finding, and suggest that future research may help sort out whether it reflects how the women’s movement affected women’s hedonic state; whether it reflects the differential impact on women of some broader social trend; or if instead it is telling us something about the (un)reliability of happiness data."
daqui
e, por sua vez, daqui.
por
Lia Ferreira
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00:46
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categorias: mulheres, qualidade de vida, sociedade, vida
quinta-feira, 25 de março de 2010
quarta-feira, 24 de março de 2010
outra vez a superar expectativas
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Lia Ferreira
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09:45
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categorias: publicidade, sociedade
segunda-feira, 15 de março de 2010
sim,
porque depois dão nisto!... (como se pôde ver cá em casa, todo este tempo...)
Haja educação!
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Lia Ferreira
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22:25
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categorias: como educar uma filha, homens, mulheres, sociedade
quinta-feira, 4 de março de 2010
..
para começar melhor o dia fui cortar o cabelo. Com um desbaste assim terapêutico, quase careca, sinto-me bem.
Ontem tive uma deliciosa, magnífica reunião com a minha nova guru. I shall follow her till the end.
Sintonia em terrenos movediços como o "dos negócios". Passos à medida dos pés. Hum, bom, bom, bom!...
Orçamentos de janelas, portas e eu a dizer "uma folha oscilo-batente, duas folhas corredoras". Muito pro.
E sempre no mundo da lua, no mundo dos blogs, no mundo das sintonias, dou por mim a olhar um concurso televisivo de fim-de-tarde (ainda os há!) que alguém zappou no dia dos meus anos e a ficar perplexa por ver que AINDA HÁ PROGRAMAS COM MULHERES A ENFEITAR!!!!
A sério que fiquei parva!!! Sinto-me tão a anos luz daquilo que achei que era mais um cromo da caderneta "crómó" do Markl na Comercial, coisa morta, universo distante!!...
Mas depois caio na real e penso que basta olhar à volta na rua e ver as mulheres, ainda tão preocupadas tão e somente em agradar ao sexo oposto...
Também ontem (foi ontem? não, anteontem) em casa da minha priminha, de manhã, estava a televisão ligada no canal fox life (seria? fox qualquer coisa) e passavam séries em catadupa com mulheres à la carte, à la minuta, todas produzidas comme il faut pour que sa sonne, com muitos affairs, muita cama, muitos homens igualmente bronzeados, torneados, e cujo universo girava em torno disso mesmo, dos relacionamentos, do sexo, da atracção e eu pensei "what da fuck?"
Que se passa? Ou o que não se passa?
Am i the only one living my own life, here?
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Lia Ferreira
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10:40
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categorias: coisas, homens, mulheres, qualidade de vida, sociedade, televisão, vida
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
ah
e já quase me esquecia!...
Hoje passei por um mupi que dizia qualquer coisa como "E se a tua mãe fosse lésbica?" em letras maiores e "mudaria(va?) alguma coisa?" em letras mais pequenas.
Era o quê, aquilo?
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Lia Ferreira
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13:13
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categorias: sociedade
das actualidades, ou nem por isso
- sobre o Mário Crespo: mas está tudo maluco, ou quê? Diz que disse?
- se me apanhasse com o B. Fachada a cantar-me à cabeceira fugia aos gritos, não sem antes agredir o senhor, respeitável, pois claro. Mas não há qualquer risco disso, estejam descansados, porque o B. Fachada também não teria qualquer interesse em cantar-me à cabeceira. Ainda p'ra mais, eu até gostei do Avatar e tudo!... pf! Estou arrumada!..
- alfaiates de Lisboa e marias "stylistas" só para rir!.. miserere!...
Só para que fique bem claro.
Santa paciência!...
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Lia Ferreira
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12:18
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categorias: blogs, como acabar já com metade dos leitores deste blog, metade da metade da metade, música, sociedade
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
tanto que fazer
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Lia Ferreira
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10:47
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categorias: justiça, qualidade de vida, sociedade, trabalho
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
ainda
este!!!!
Sim senhor!... Muito bem!!...
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Lia Ferreira
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10:25
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categorias: futebol?, sociedade, um post sobre futebol
vai daí, fui ver...
!!!
É escandaloso!!!
Depois disto, o quê?
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Lia Ferreira
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10:18
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categorias: futebol?, sociedade, um post sobre futebol
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
escapou-me alguma coisa
o santana coiso foi condecorado porquê?
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Lia Ferreira
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23:06
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categorias: ?, me explica vai, sociedade
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
e no dia
em que se deixarem de compadrios, já tenho a solução para a miséria dos museus...
(hoje acordei com a resposta!)
Mas isto não é coisa para quando formos ministros da cultura, isto é coisa para quando formos primeiros-ministros! (Ó ricky-martin, prepara-te que sempre tens uma ar mais institucional que eu...)
por
Lia Ferreira
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11:00
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categorias: cultura, gestão e cultura, política, sociedade
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
eu não percebo
é porque é que as pessoas insistem tanto em casar-se!
Tabu, tabu, é esse!
Mas sim, que tenham todos o direito a fazer asneira, caramba!
por
Lia Ferreira
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22:31
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categorias: sociedade
terça-feira, 3 de novembro de 2009
carpideiras
"Espanha resgata tradição de mulheres pagas para chorar em enterros
Um ofício da Idade Média extinto há dois séculos está sendo resgatado na Espanha para salvar a economia de muitas donas-de-casa em tempos de crise. Com a condescendência de sacerdotes católicos de paróquias rurais, estão de volta as carpideiras, mulheres que recebem dinheiro para rezar e chorar por mortos desconhecidos.
A tradição europeia das carpideiras, que atuam em dias de Finados, enterros, missas e datas como aniversários de mortes, foi proibida no século 18. No entanto, com a crise econômica mundial, parte do clero espanhol decidiu ser mais flexível, permitindo que as famílias consigam um dinheiro extra.
"Não se trata de mudar a lei, nem desobedecer à Igreja Católica, mas, se pudermos entre todos dar uma mãozinha a quem precisa, é um ato de caridade cristã", disse à BBC Brasil o padre Antonio Pérez, responsável pela paróquia de Campanário, em Bajadoz (oeste da Espanha).
Na paróquia de Nossa Senhora de Assunção em Campanário, o serviço de carpideiras vem sendo anunciado durante as missas nos últimos três meses.
O sacerdote não só informa aos fiéis sobre o serviço como ainda avisa as "rezadeiras choronas e gemedeiras" (como são conhecidas as carpideiras) quando algum dos 5 mil habitantes da cidade está doente e em risco de morte.
Para rezar e chorar por um morto desconhecido, as mulheres recebem entre 20 e 30 euros por dia.
Em datas como o feriado de Finados, o trabalho inclui ir ao cemitério, lustrar a lápide, trocar as flores, rezar e recitar salmos pelo morto.
Vocação
"O que eu faço é por vocação. Rezar, rezo todos os dias. O dinheiro, não vou dizer que não ajuda agora que a coisa está como está", conta Facunda Santiestéban, de 64 anos, estreando no ofício de carpideira profissional em 2009.
Facunda afirma que, por sua presença constante nas missas, muitas pessoas lhe pediam orações e pagavam com presentes.
"O padre conversou comigo e passou a entrar um dinheiro que não dá para muito, porque para ficar rica tinha que morrer uns sete por dia, mas ajuda a pagar algumas contas", diz a carpideira à BBC Brasil.
Ao contrário das profissionais da Europa medieval que gemiam alto, chegando a rasgar parte das roupas, davam socos no peito e até arrancavam fios de cabelo durante as atuações nas missas e funerais, as novas carpideiras do século 21 são discretas e rezam em silêncio.
Foi por estas encenações, consideradas escandalosas pelo Vaticano, que o ofício passou a ser perseguido a partir do século 13, até a proibição no século 18.
A Igreja Católica ameaçou de excomunhão a quem continuasse chorando e gemendo alto por um morto desconhecido em troca de dinheiro, também porque as atuações assustavam os fiéis e incomodavam os sacerdotes que tinham de gritar para ser escutados durante as cerimônias.
Descontos
Apesar da proibição, em algumas cidades rurais de províncias espanholas como Extremadura, Galícia e Canárias, o ofício se manteve escondido das autoridades eclesiásticas de Roma.
Ángela Díez Compostrana, de 63 anos, é carpideira profissional desde os 21 na cidade de Casar de Cáceres. O trabalho dela vai da oração de salmos e acender velas até cuidar de trâmites legais e documentos do morto para a família.
"Tem gente que não pode ou não quer fazer essas coisas. Tem famílias que saíram da aldeia e custa trabalho vir aqui para isso. Então faço minha parte e ainda uso minha fé para ajudar essa alma a estar em paz", argumenta Ángela à BBC Brasil.
"Com a crise, o serviço aumentou um pouquinho. Algumas famílias deixaram de vir, porque viajar sai mais caro do que me chamar. Mas também me pediram descontos. Até por 10 euros trabalhei, porque está apertado para todo mundo.""
Para mais notícias, visite o site da BBC Brasil
© British Broadcasting Corporation 2006.
Ouvi de manhã na Europa Lx mas retirei daqui
por
Lia Ferreira
às
15:23
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sexta-feira, 2 de outubro de 2009
estava aqui a pensar
que não percebo como é que um primeiro ministro eleito - seja ele qual for - não convida, por exemplo, um Garcia Pereira para ministro do seu governo...
...porque não convidar um homem que tem dado provas de perseverança, seriedade e profissionalismo (parece que é um óptimo advogado e professor universitário, entre outras coisas)?
E, sim, dar-lhe mais visibilidade, oportunidade?
Quero dizer, perceber percebo... Reina a mediocridade, como sempre, e o medinho que alguém nos roube o protagonismo... para além dos interesses e contrapartidas que as outras opções possam garantir.
Mas era giro, não era?
Era bom.
por
Lia Ferreira
às
23:04
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