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quinta-feira, 27 de maio de 2010

Muito bem visto, posto, escrito, resumido!

Com uma dedicatória muito especial para quem, tendo filhos, acha que o cúmulo da emancipação é produzir catadupas de dinheiro para comprar casas, carros e outros certificados de status, entregando os filhos aos cuidados dos outros (outras), e se sente o máximo da eficiência por proporcionar aos seus clientes total disponibilidade: dias, noites, fins-de-semana; não uma, duas ou excepcionais vezes mas todas!


"Adulthood: The Reckoning

Ain't no heart tug like a sick baby heart tug.

There comes a moment in every parent’s life when all the contrary forces of the universe collide – you are scheduled to make an appearance on
a television program, say, and are rushing for the train to make it to the studio, and you haven’t yet had coffee because getting the kids to school and daycare was a frantic exercise in wrangling rabid badgers and just as you’re about to hop on that train your phone rings and it’s the daycare and your toddler has spiked a scary fever and is very sick and you need to come get him NOW and so you hop in a cab and abandon all other obligations in favor of getting to your baby IMMEDIATELY – and, although you experience that collision as stressful, you kind of just roll with it, because you have to, and you know it, and you’re okay with it, and that, you realize, is maybe what being a grown up is all about.

Maybe. Ask me again after I’ve gone another day without coffee."


quarta-feira, 26 de maio de 2010

segunda-feira, 17 de maio de 2010

e amanhã

45 meninos + outros tantos adultos professores, educadores, vigilantes, directores, cozinheiros, jardineiros, administrativos... todos!
A escola da Mariana em peso.
Sessão fotográfica para o livro de finalistas...
booom!..

sexta-feira, 14 de maio de 2010

quinta-feira, 22 de abril de 2010

quarta-feira, 21 de abril de 2010

como é possível

que alguém não veja, que alguém não perceba? Que alguém esteja a milhas e nunca vá ter uma mínima noção da realidade mesmo que confrontado com isto, dias, semanas, meses, anos?

(Pensei mandar-lhe por mail, mas ele não lê e se, numa muito remota hipótese, lesse, enfim... não iria perceber na mesma por força dos pré-conceitos que tem e da falta de conhecimento de causa, não é?...

Frustração, ainda, frustração.
Mas, pelo menos, já vou perdendo alguma persistência
e não tenho vontade nenhuma de o "educar".)

E está tão bem escrito!

domingo, 18 de abril de 2010

pronto!

Agora que já sei tudo sobre a pequena e a grande circulação, já revi as aurículas e os ventrículos, as veias e as artérias, sangue venoso e alvéolos pulmonares, entre outros, e também sei quais as lendas, festas e romarias, trajes e património natural da Beira Alta,
agora sim, estou muito mais descansada e posso deitar-me sossegada a pensar nos Gigabites de informação, fotografias e filmes de todos os alunos do 4ºano da escola da Mariana que estou a receber e que vou ter que gerir, seleccionar e paginar, não sem antes fazer um layout comme il faut.
Ah...

segunda-feira, 15 de março de 2010

sim,

porque depois dão nisto!... (como se pôde ver cá em casa, todo este tempo...)
Haja educação!

quinta-feira, 4 de março de 2010

também para a Lena


e para todas as meninas, este filme.
E, como se gosta de dizer por aí, sobre ele, este post definitivo.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

o caralho!


fotografia de Dina Goldstein, via Alice

Este espaço encontra-se meio morto, a meio gás, a menos de meio. E então tentarei explicar, finalmente, de forma mais ou menos sucinta (mas que ainda dá trabalho e me exige um tempo que eu não tenho), porquê.
5-Au-Sac e depois 6-au-sac, o caralho! É que aqui já não estamos, se é que alguma vez estivemos (ou terá sido só imaginação minha?), todos no mesmo saco! Mas, obviamente, em vez de passar a vida a trocar o nome ao blog, mais vale partir para outro (porque os pressupostos da coisa estão todos trocados)!
Todos no mesmo saco, o caralho!, porque a vida insiste em mostrar-me que estou enganada, fui enganada, uma patética romântica, uma obstinada! A vida repete-se em loop mas a queda é cada vez mais acentuada! A sorte, neste círculo completo, é que a subida também é sempre maior e eu já vou mais longe.
Um marido, dois maridos, com papel ou sem papel, uns gajos pelo meio e eis que afinal é talvez a Biologia que reina, para além do social. É tudo a mesma coisa. Vira o disco e toca o mesmo, tirando dois maus carácteres que me apareceram pelo caminho, quanto a pais de filhas tive sorte porque são boas pessoas. Acima da média. Acima de outros que me rodeiam. Mas, garanto-vos, tirando as questões de carácter, em termos de investimento parental (também acima da média): não chega!
Se calhar o problema com os homens não está nos homens. Se calhar, não, não está de certeza. Eu dou-me bem com os meus amigos, sempre dei. E porquê? Porque não crio neles expectativas para além daquelas que eles cumprem! O problema dos homens está nas expectativas que lhes conferimos. Se me tivessem dito, à priori, que ter um homem é como ter um cão, tudo certo. Eu não posso é, a meio do caminho, fingir que sempre quis ter dois cães e seguir feliz com isso! Não, eu quis mais, e quem estava errada era eu! Caiam-me em cima as feministas, as esquerdistas, os papistas, mas é tudo uma questão de biologia (lá volto eu à carga, outra vez).
É comum a quase todas as espécies e as descobertas no campo da genética e do ADN só vieram confirmar que mesmo aquelas espécies que se julgavam monogâmicas afinal não eram (nas aves, sobretudo, que nos mamíferos mais próximos já não havia ilusões). E o que interessa isso para o caso? Tudo. Porque aqui o que interessa não é se as espécies têm um ou mais parceiros (estou, neste momento, pouco cagando para o assunto). O que interessa aqui é tudo o que acontece à volta disso e como tudo está relacionado com o comportamento de homens e mulheres no que diz respeito às crias. Mas mais não me alongo, posso apenas sugerir leitura (rigorosa, científica e bastante interessante). Isso e porque “nos casamos”…
Pois bem, depois de contrariar a Biologia a partir de uma série de pressupostos Sociais, construídos, não admira que o caminho nos leve à frustração. Além disto vieram-nos com a balela da emancipação das mulheres, da igualdade dos sexos… igualdade o caralho! Antigamente, as avós, ficavam em casa a tomar conta das crianças. Depois, as mães, desataram a trabalhar e marimbaram-se para as criancinhas, ocupadas que estavam com todas as outras questões. Agora, espera-se de nós que façamos o pleno! A contar com uma participação masculina que não é nem nunca será efectiva e similar! E desatamos todas a querer agradar a gregos e troianos, aos filhos aos maridos, a patrões e a nós próprias, como se isso fosse possível! O caralho! Ou andamos a dar em doidas e a tomar comprimidinhos para suportar a vidinha moderna, ou andamos a fingir que está tudo bem e não tiramos um sorrisinho estúpido dos lábios enquanto dizemos “sim, querido” (e provavelmente também andamos a tomar comprimidinhos, mas o medo, o pavor, é de os perder, a eles, aos machos, como se precisássemos deles realmente para alguma coisa – com tanta histórinha de moral infantil e ninguém nos ensinou a preservar um mínimo de auto-estima?), ou desistimos de uma parte porque pura e simplesmente não é possível e há que priorizar. A frustração, essa, mantém-se. Porque independentemente de como sobrevivemos à questão, os valores mantêm-se (aqueles que nos encasquetaram quando éramos pequeninas).
E então aqui estou eu, segunda filha linda, que amo perdidamente, que me suga as entranhas porque me tenho dedicado a ela desde que nasceu, há nove meses, e ainda ando às voltas com a mais velha e o sentimento de culpa judaico-cristão que também nos imiscuíram. Dia e noite, noite e dia, venha o que vier, corra como correr, seja bom ou mau, aqui estou eu para segurar as pontas, dar colo, dar o couro. Aqui estou eu porque me manda o instinto, seria incapaz de não estar. Mas não precisava de estar sozinha e estou. Pela segunda vez, estou. Pela segunda vez caí no conto do vigário. Pela segunda vez o pai da criança resolveu dedicar-se a fundo ao trabalho, a novos projectos, e também este pai desapareceu. E ele negará sempre, será incapaz de ver. Mas ele não está. De manhã, de tarde, de noite, de madrugada. Ontem, hoje, amanhã e depois. O tipo é um profissional do melhor, concorrente sem horários, sem restrições, porque na sua paternidade estou eu. Não faz férias porque estou eu em Tróia com as miúdas (para que pelo menos elas tenham umas férias e porque idealizei um verão como os das revistas, com as miúdas na praia, que cenário idílico…), como sempre a duplo horário sem folgas ou coffee-break…
“E em Setembro, como combinado, eu adaptarei o meu horário para que tu possas retomar a tua vida..”, diz. Em Setembro a Rosa vai para a creche e vai ficar doente uma carrada de vezes (esperemos que não, mas é o comum…) e eu cá estarei a coprometer a minha nova vida profissional para cuidar dela, que esse é um filme que eu já vi. E cá estarei eu a fazer das tripas coração a largar para trás o que não posso agarrar poque tenho duas filhas com quem quero partilhar o tempo aceitável e não ter que pagar ainda mais a quem o faça. E cá estarei eu irritar-me com isso, porque estarei sozinha, como sempre. E a sentir-me frustrada e subaproveitada nas minhas capacidades intelectuais. Porque eu não posso ir ou fazer porque tenho duas filhas e eles não podem estar porque têm outras obrigações, com outras pessoas… O caralho!
Portanto, em resumo, a situação é a seguinte: Eu não acredito na igualdade dos sexos, eu não acredito em finais felizes nos moldes em que nos ensinaram a ver as histórias. Convençamos as nossas filhas de que não aparecem príncipes encantados e que não se devem casar para serem felizes para sempre. Filhos é melhor que tenham sozinhas porque assim já sabem com o que contam e não depositem esperança nas capacidades que os homens não têm. Os homens são muito filhos. Convençamos as nossas miúdas de que não precisam de ninguém para ser felizes porque lhes poupamos o trajecto tortuoso que as levará a essa conclusão depois de experimentarem de outra maneira. E que a felicidade só depende delas e da capacidade que tenham de estar bem consigo próprias, sem medo da solidão, sem medo do silêncio, porque é dos seus espíritos criativos e geniais que vem a resposta ao mundo, à vida. É da sua própria cabeça que sai tudo, toda a vida, toda a graça, tudo o que preenche um espaço vazio. Não dependem de ninguém para encontrar o caminho. Não precisam de ninguém para andar para a frente.
E mais haveria a dizer, mas neste momento não me lembro. Porque estou cansada, porque tenho a miúda no braço esquerdo, porque esta foi outra noite infernal. Se me lembrar entretanto (e eu sei que havia muitas coisas…) talvez cá volte.
Posto isto, obviamente, julgo que este blog não faz sentido. Até porque não quero enxovalhar ninguém. E não, não me separei de novo. A vida corre apenas nos moldes que aqui vos conto. Por isso parto para parte incerta.
Obrigada por estarem desse lado.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

para Setembro

a creche está tratada.
Falto eu.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

sim, digam lá

como?
Ou: como fomos todos enganados pela geração dos nossos pais.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

3 mulheres,

5 filhos e 3 cães
procuram soluções
casa, trabalho, horas decentes e vida.
Os maridos estão bem. Como sempre.

terça-feira, 3 de março de 2009

e esse vazio,

esse poder do vazio,
esmaga-me, mata-me.

Sabes,

para além da questão do feitio, implacável, tramado (ainda no outro dia falámos nisso cá em casa, lá para as três da manhã...), e que me lixa a vida (a paciência, a condescendência... os comprimidos, ai, os comprimidos...),
ando presa na eficiência por falta de apoio - logístico - e porque não tenho margem para mais nada!
Ainda assim, revejo prioridades. E como já não ambiciono espairecer, ter prazer, viver um pouco a minha vida para além dos outros, de volta à eficiência espero resolver o meu problema (problema? sim, pelo menos nos dias que correm, no modo como as coisas correm...) com a perfeição e abraçar o fim da tarde com amor para dar, livre de juízos meus.
Para isso, é claro, o dia tem que correr milimétrico.
Sufoca-me.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

e fica sabendo

- (...) que não voltas a ir para a escola nestas figuras!
- não me posso mascarar mais de punk?
- mascarar podes!

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Now 17

mil vezes o pateta alegre a cantar com a felicidade dos tolos coisas que não aquecem nem arrefecem sobre o T2 com vista para o mar, para ele morar e virar a vida de pernas para o ar, do que o "Tira a Teima" naquela afectação cuspideira, presunçosa e reinante entre a pseudo-intelectualidade portuguesa, pobrezinha mas honrada, papista, chata e judgementalóide... aaarghhh-puf!