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quarta-feira, 26 de maio de 2010

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

ora bolas!

Não sabia nada da existência dessa coisa que é o Orçamento Participativo da CML!!! (Que tal uma divulgação real para a população?) Hoje chateia-me o facto de nem sequer poder votar por não estar inscrita, mas para o ano podem contar com um projecto meu.
Com um projecto nosso! ;)

quinta-feira, 16 de julho de 2009

o caralho!


fotografia de Dina Goldstein, via Alice

Este espaço encontra-se meio morto, a meio gás, a menos de meio. E então tentarei explicar, finalmente, de forma mais ou menos sucinta (mas que ainda dá trabalho e me exige um tempo que eu não tenho), porquê.
5-Au-Sac e depois 6-au-sac, o caralho! É que aqui já não estamos, se é que alguma vez estivemos (ou terá sido só imaginação minha?), todos no mesmo saco! Mas, obviamente, em vez de passar a vida a trocar o nome ao blog, mais vale partir para outro (porque os pressupostos da coisa estão todos trocados)!
Todos no mesmo saco, o caralho!, porque a vida insiste em mostrar-me que estou enganada, fui enganada, uma patética romântica, uma obstinada! A vida repete-se em loop mas a queda é cada vez mais acentuada! A sorte, neste círculo completo, é que a subida também é sempre maior e eu já vou mais longe.
Um marido, dois maridos, com papel ou sem papel, uns gajos pelo meio e eis que afinal é talvez a Biologia que reina, para além do social. É tudo a mesma coisa. Vira o disco e toca o mesmo, tirando dois maus carácteres que me apareceram pelo caminho, quanto a pais de filhas tive sorte porque são boas pessoas. Acima da média. Acima de outros que me rodeiam. Mas, garanto-vos, tirando as questões de carácter, em termos de investimento parental (também acima da média): não chega!
Se calhar o problema com os homens não está nos homens. Se calhar, não, não está de certeza. Eu dou-me bem com os meus amigos, sempre dei. E porquê? Porque não crio neles expectativas para além daquelas que eles cumprem! O problema dos homens está nas expectativas que lhes conferimos. Se me tivessem dito, à priori, que ter um homem é como ter um cão, tudo certo. Eu não posso é, a meio do caminho, fingir que sempre quis ter dois cães e seguir feliz com isso! Não, eu quis mais, e quem estava errada era eu! Caiam-me em cima as feministas, as esquerdistas, os papistas, mas é tudo uma questão de biologia (lá volto eu à carga, outra vez).
É comum a quase todas as espécies e as descobertas no campo da genética e do ADN só vieram confirmar que mesmo aquelas espécies que se julgavam monogâmicas afinal não eram (nas aves, sobretudo, que nos mamíferos mais próximos já não havia ilusões). E o que interessa isso para o caso? Tudo. Porque aqui o que interessa não é se as espécies têm um ou mais parceiros (estou, neste momento, pouco cagando para o assunto). O que interessa aqui é tudo o que acontece à volta disso e como tudo está relacionado com o comportamento de homens e mulheres no que diz respeito às crias. Mas mais não me alongo, posso apenas sugerir leitura (rigorosa, científica e bastante interessante). Isso e porque “nos casamos”…
Pois bem, depois de contrariar a Biologia a partir de uma série de pressupostos Sociais, construídos, não admira que o caminho nos leve à frustração. Além disto vieram-nos com a balela da emancipação das mulheres, da igualdade dos sexos… igualdade o caralho! Antigamente, as avós, ficavam em casa a tomar conta das crianças. Depois, as mães, desataram a trabalhar e marimbaram-se para as criancinhas, ocupadas que estavam com todas as outras questões. Agora, espera-se de nós que façamos o pleno! A contar com uma participação masculina que não é nem nunca será efectiva e similar! E desatamos todas a querer agradar a gregos e troianos, aos filhos aos maridos, a patrões e a nós próprias, como se isso fosse possível! O caralho! Ou andamos a dar em doidas e a tomar comprimidinhos para suportar a vidinha moderna, ou andamos a fingir que está tudo bem e não tiramos um sorrisinho estúpido dos lábios enquanto dizemos “sim, querido” (e provavelmente também andamos a tomar comprimidinhos, mas o medo, o pavor, é de os perder, a eles, aos machos, como se precisássemos deles realmente para alguma coisa – com tanta histórinha de moral infantil e ninguém nos ensinou a preservar um mínimo de auto-estima?), ou desistimos de uma parte porque pura e simplesmente não é possível e há que priorizar. A frustração, essa, mantém-se. Porque independentemente de como sobrevivemos à questão, os valores mantêm-se (aqueles que nos encasquetaram quando éramos pequeninas).
E então aqui estou eu, segunda filha linda, que amo perdidamente, que me suga as entranhas porque me tenho dedicado a ela desde que nasceu, há nove meses, e ainda ando às voltas com a mais velha e o sentimento de culpa judaico-cristão que também nos imiscuíram. Dia e noite, noite e dia, venha o que vier, corra como correr, seja bom ou mau, aqui estou eu para segurar as pontas, dar colo, dar o couro. Aqui estou eu porque me manda o instinto, seria incapaz de não estar. Mas não precisava de estar sozinha e estou. Pela segunda vez, estou. Pela segunda vez caí no conto do vigário. Pela segunda vez o pai da criança resolveu dedicar-se a fundo ao trabalho, a novos projectos, e também este pai desapareceu. E ele negará sempre, será incapaz de ver. Mas ele não está. De manhã, de tarde, de noite, de madrugada. Ontem, hoje, amanhã e depois. O tipo é um profissional do melhor, concorrente sem horários, sem restrições, porque na sua paternidade estou eu. Não faz férias porque estou eu em Tróia com as miúdas (para que pelo menos elas tenham umas férias e porque idealizei um verão como os das revistas, com as miúdas na praia, que cenário idílico…), como sempre a duplo horário sem folgas ou coffee-break…
“E em Setembro, como combinado, eu adaptarei o meu horário para que tu possas retomar a tua vida..”, diz. Em Setembro a Rosa vai para a creche e vai ficar doente uma carrada de vezes (esperemos que não, mas é o comum…) e eu cá estarei a coprometer a minha nova vida profissional para cuidar dela, que esse é um filme que eu já vi. E cá estarei eu a fazer das tripas coração a largar para trás o que não posso agarrar poque tenho duas filhas com quem quero partilhar o tempo aceitável e não ter que pagar ainda mais a quem o faça. E cá estarei eu irritar-me com isso, porque estarei sozinha, como sempre. E a sentir-me frustrada e subaproveitada nas minhas capacidades intelectuais. Porque eu não posso ir ou fazer porque tenho duas filhas e eles não podem estar porque têm outras obrigações, com outras pessoas… O caralho!
Portanto, em resumo, a situação é a seguinte: Eu não acredito na igualdade dos sexos, eu não acredito em finais felizes nos moldes em que nos ensinaram a ver as histórias. Convençamos as nossas filhas de que não aparecem príncipes encantados e que não se devem casar para serem felizes para sempre. Filhos é melhor que tenham sozinhas porque assim já sabem com o que contam e não depositem esperança nas capacidades que os homens não têm. Os homens são muito filhos. Convençamos as nossas miúdas de que não precisam de ninguém para ser felizes porque lhes poupamos o trajecto tortuoso que as levará a essa conclusão depois de experimentarem de outra maneira. E que a felicidade só depende delas e da capacidade que tenham de estar bem consigo próprias, sem medo da solidão, sem medo do silêncio, porque é dos seus espíritos criativos e geniais que vem a resposta ao mundo, à vida. É da sua própria cabeça que sai tudo, toda a vida, toda a graça, tudo o que preenche um espaço vazio. Não dependem de ninguém para encontrar o caminho. Não precisam de ninguém para andar para a frente.
E mais haveria a dizer, mas neste momento não me lembro. Porque estou cansada, porque tenho a miúda no braço esquerdo, porque esta foi outra noite infernal. Se me lembrar entretanto (e eu sei que havia muitas coisas…) talvez cá volte.
Posto isto, obviamente, julgo que este blog não faz sentido. Até porque não quero enxovalhar ninguém. E não, não me separei de novo. A vida corre apenas nos moldes que aqui vos conto. Por isso parto para parte incerta.
Obrigada por estarem desse lado.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

sim, digam lá

como?
Ou: como fomos todos enganados pela geração dos nossos pais.

quarta-feira, 18 de março de 2009

hoje, cá no prédio...

o Secretário de Estado do Ambiente, o Presidente da Câmara, sei lá se o Sá Fernandes....

Parece que somos o maior condomínio residencial microprodutor de energia a partir de painéis fotovoltaicos em Portugal!

segunda-feira, 9 de março de 2009

Gaivotas

deambulam pelo Eixo Norte-Sul,
vizinhos passeiam os cães na garagem,
e mais grave que a falência do sistema economico-financeiro
é que ninguém se apercebe que o sistema social já faliu.
Estamos todos à espera das consequências.
Prevêem-se lucros para a indústria farmacêutica.
Prozacs não causam alergias alimentares.
Um dia seremos todos placebos de nós mesmos.

segunda-feira, 2 de março de 2009

ah ah ah ah ah!!!

Na mouche!!

E também gostava de saber se os eruditos, os esclarecidos, considerariam a hipótese de o pendurar na sala (se lhes fosse oferecido, o original, claro...)...

Cheira-me que são demasiado assépticos - ou minimalistas moderninhos...

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

palavra

que me vou tornar política! Ou activista! Ou activista-política! Ou....

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

!!!!!!!!!!

que caralh...!!!

Alguém que possa meter mão na coisa?
(Sim , estou a sugerir um lobby bloguista, e depois?)

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Alerta!

Vou lançar um almoço para algumas miúdas bloggers, twitters, etc...
Em Março, dia a anunciar.
Preparem-se! Mesmo que venham de Guimarães! :)

Pronto, alguns miúdos também! :)

domingo, 1 de fevereiro de 2009

prémios "O melhor do sofá"

a melhor publicação/leitura do fim-de-semana,
entre os habitués que cada vez menos têm para dizer,
foi uma mensal que nunca tinha comprado
e que comprei atraída pela capa:

Courrier Internacional de Fevereiro 2009.

Dois artigos surpreendentes e interessantes:

"Todos ao palco, contra a crise", do El Universal,
Cidade do México, "Teatro ‘revive’ pueblo en ruinas", José Vales, 16.12.2008,

que fala de como uma aldeia argentina com 500 habitantes (outrora 5.000) renasceu quando a pediatra da terra fundou um grupo de teatro que envolveu principalmente mulheres e crianças, salvando-os do tédio, da pobreza e da apatia, e relançando a economia local atraindo turistas para assistirem aos espectáculos...

e

"Bancos escapam à crise", do "Trouw, Amsterdão, Wouter Bax, 08.11.2008,

que eu não consigo linkar porque não percebi nada do jornal em holandês e nem sequer consegui identificar o texto...

Mas começa assim o artigo traduzido em português:

"O banco holandês ASN - pertencente ao grupo financeiro SNS Reaal - investe em empresas cotadas na Bolsa em função das respostas a várias questões: De onde vêm as matérias-primas que utilizam? Trabalham para a indústria de armamento? Empregam mão-de-obra infantil? Pagam salários convenientes? Respeitam os direitos humanos e o ambiente? Este banco encarrega-se, ele mesmo, de verificar o carácter "sustentável" das empresas, especifica o seu director, Jeroen Jansen. (...)"

e fala de "bancos éticos", investimento em empresas responsáveis e créditos a "pioneiros sustentáveis"...

..........

Noutro contexto, mais estético (...), a Wallpaper de fevereiro também não está mal, com os prémios Design 2009...

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

ui, se eu agora

me dá para ficar política!...

(É que ando a sentir umas comichões... isto é por ciclos...
depois de anos de hibernação, a absorver, a absorver, eis que se me reacende a chama, mantida em lume brando...
ah ah ah, isto vai ser bom, vai!...
Se aos tempos da faculdade juntarmos aquilo que o dobro da idade comporta: ui!
É isso e a genética, mas eu vou aliar-me a um curso de gestão!
Sim, que estas voltas todas não serviram para mais do que enriquecer-me (o espírito, que fui esvaziando os bolsos!) e dar-me algum estofo...
Hum, já aí vou!
E agora só paro dos 36 a mais 36!... para descanso e férias nos trópicos!)

Tenho 34, a caminho dos 35, para quem se lhe aflore a dúvida.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

para a História

of the human kind... :)




quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

divulgar mais uma maluqueira

desta vez a idéia é andar no metro sem calças, a começar em Telheiras!!! :D
Pena é que tenha sido agendada para um dos dias mais frios do ano...(Mas quem quiser brincar às capitais do mundo...)
Afinal, alguém foi à luta de almofadas?

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

a não perder!!!

digo eu, que não posso!!
Por favor vão e contem-me como foi!!!

Amanhã:

Luta de Almofadas na Alameda Afonso Henriques, em Lisboa!!!
Às 17:00h, mas só às 17:00h!!
Informações e regras aqui.

e

às 19:00h
Noite Hare Krishna!!!
Jantar lacto-vegetariano, danças indianas, musica mântrica, massagem Ayurvédica, sessões de Hatha-Yoga e projecção de fotografias e videos, na Sociedade Internacional para a Consciência de Krishna.
Mais informações aqui.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Acho

que a Jo não se importa, que eu aqui deixe o video que vi por ter carregado no link que ela deixou no seu blog! (Pois não?)
Vejam todo, é muito interessante! Nem que vão carregando no "pause" e vejam em frações, como eu fiz! (E os 21 minutos passam a correr!)


quarta-feira, 1 de outubro de 2008

parece que hoje

há greve de médicos e de enfermeiros....
Não é um bom dia para novidades...
Ó Rosa, agora só às 38 semanas, que a tua irmã faz anos às 37 e dois dias!!!!
Bom...

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

não posso deixar passar em branco

este post da Rosa Pomar acerca deste texto da Laurinda Alves (não conhecia o blog desta última mas lá fui ver e confirma-se o que pré-julguei: fraquinho, fraquinho...)!

Fartei-me de rir e, acreditem, muito poderia dizer acerca da Alves...
Mas, resumidamente:
O que lhe falta em espontaneidade e graça sobra-lhe em preconceito.

(E - perguntam-me vocês - dizes isso com conhecimento de causa? Digo sim senhor(a/es)!)