sábado, 20 de dezembro de 2008
terça-feira, 1 de julho de 2008
regresso
a casa e a Lisboa.
Cheia de sal que quero tirar do corpo e do cabelo já tive que esperar pelo senhor da companhia do gás para vir dar umas porradas no contador porque o esquentador não funcionava e aparentemente não tínhamos gás em casa...
De Tróia, ontem: a conclusão de que estou a ficar com aversão a gente.
De Tróia, hoje: é ali o meu sítio.
terça-feira, 8 de abril de 2008
tudo transposto
à excepção dos gentis comentários e do post sobre máquinas de lavar, a pedido...
:)
por
Lia Ferreira
às
14:03
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...sim...
pois... tens razão!
Eu também! Felizmente também sei bem quem sou e portanto, se havia alguém que estava enganado, pelo facto pedimos desculpas.
por
Lia Ferreira
às
13:00
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segunda-feira, 3 de setembro de 2007
e o regresso
HHmmmm......
...agora que, ao que parece, deixei o stress "pré-pós-vacacional" no Algarve, a net flui, estendi as pernas no sofá e fiz festas à gata...
...chego à conclusão que tenho muuuuiiitoo que fazer... :)
...mas amanhã! :)
boa nooooiiiteee!!!
por
Lia Ferreira
às
00:45
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segunda-feira, 2 de julho de 2007
"porque hoje é sábado"...
o programa de sábado foi um misto de emoção, riso, saudade, força...
Juntaram-se as três primas para esvaziar a casa da avó (a avó Mariana, que "já não mora lá..").
- A avó Mariana, coração maior que o mundo, porta aberta a toda a gente, improviso na algibeira e mesa posta para quem chegasse. "De seu nome Mariana", que "não era feia nem bonita", quando passava em Évora, descrita no "Perfil das Arcadas". A avó Mariana, "alfaiate", mãozinhas de ouro, na costura e no tempero. Mãe de todos. - Juntaram-se as três primas e acabaram duas, que isto, já se sabe, há irmãos que quando se pegam... mas, enfim, dei por mim a fumar um cigarro na varanda a pensar que em pequenas diziam as mesmas coisas quando se zangavam e o melhor sempre foi deixá-las resolver por si... até porque desta vez não havia pai nem tio por perto para resolver o assunto com uma bofetada para cada uma!!! Nem para isso, nem para ajudar na tarefa; ainda menos para recolher objectos de estima...
Assim se fizeram umas partilhas improvisadas, de coisas que ficaram para trás. Tão importantes outrora...
Muitas coisas se deram a quem precisa, outras seguirão caminho e, espera-se, recicladas serão úteis, como a colecção magnífica das "Diana", de caça e pesca, de décadas idas. Tantos anos guardadas por causa dos "meninos" e os meninos não as quiseram. Mas bem, já nem vale a pena pensar nisso, há que ser "práticas", há que ser práticas, e toca a tirar tudo dali.
Não faltou um momento de barbárie, acompanhado de riso - que a nós tanto nos dá para rir como para chorar - comigo a desfazer à martelada uma cómoda de madeira que se foi desmanchando ao longo dos anos (já entrou naquela casa velha, porque aquela casa era a única que tinha paciência para isso....) e que era impossível de transportar, escadas abaixo...
De casa da minha avó trouxe então, em resumo destes dias, as melhores coisas que se podem querer:
A máquina de costura antiga, de ferro, com que a minha avó punha comida na mesa;
as caixas da cozinha, onde guardava, devidamente identificados, o arroz, a massa, a farinha, etc...;
os cortinados da sala;
as fotografias;
uns retalhos de pano;
um saquinho com pertences da bisavó, acompanhados de instruções da avó Mariana, para quando ela morresse (!),
e muitos dias e noites bem passados, uma infância rica de amor e aprendizagem.
Como se ama incondicionalmente, como se cozinha, como se dá.
E a lembrança dos cheiros, dos sabores, das risotas, das preocupações, da correria.
De todos os que vinham. Dos serões, das manhãs, da luz da casa nas diferentes horas.
Da UCAL, da Granfina, do Morais.
Das sopas, dos guizados, da açorda, dos croquetes, das fatias recheadas.
Do "ê cá...", do "talho do Zéi", dos "bifis"... do "Cherépi!!"... :)
Das colheradas de Cerelac em pó, "ó avó posso?", de pôr a mesa e da caminha mais bem feita de que há memória.
Da laca no cabelo, pó de arroz e um batonzinho antes de sair... tic, tic, tic, lá ía ela de passo sempre apressado, que quem disse que os alentejanos são preguiçosos não conheceu a minha avó!
E tenho o coração cheio dela.
por
Lia Ferreira
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01:17
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categorias: afazeres, avó Mariana, casa, família, primas, recuerdos, regresso
terça-feira, 12 de junho de 2007
sexta-feira, 1 de junho de 2007
quinta-feira, 19 de abril de 2007
voltei :)
e com música!
Foi "The Build Up", Kings Of Convenience com a magnífica Feist.
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Lia Ferreira
às
21:36
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