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terça-feira, 24 de novembro de 2009

tcheeeiiii...na pá!

Lembram-se quando era preciso pagar para passar coisas na fronteira (ou ficavam lá mesmo, confiscadas)?
Eu, vinda de Ayamonte, com uma boneca espanhola no colo, de embrulho rasgado para que se percebesse que o contrabando não era de nada muito valioso, a olhar para a senhora da alfândega e a preparar-me para seguir a instrução: "se te perguntarem alguma coisa desatas logo a chorar!"
:)
mudou tudo muito, em tão pouco tempo, não foi?

segunda-feira, 25 de maio de 2009

a Mariana,

hoje, deu-me a grande ideia!... :)

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Trade Marks

"estou com um certo Fastio"

e

"vestidinho Prada"

foram marcos a registar! :D

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

querida joaninha

Pois eu ponho-me a ler-te com esforço (não obstante, com admiração) e tento sempre compreender-te ou adivinhar-te, como tu me fazes, muitas vezes em vão. Porque tu tens-me em melhor conta do que julgas e eu nem por isso correspondo à realidade. Concebes-me à tua medida, que não a minha, e não foras tu eu nunca teria chegado aqui...
Resta saber o que fazer com tanta consciência porque como diz a outra, "ninguém aguenta tanta razão"!...
No entanto, depois de vomitadas as entranhas (ou parte delas), eis-me aqui mais bem disposta, também por me teres recordado esse Verão. Esses dias que soubémos aproveitar tão bem e de forma tão simples e que me fazem ansiar por um Verão assim!...
E também eu tenho na memória a tua cara enterrada no chapéu de palha, queixo de fora e lábios a debitar conselhos e informação... :D
e eu a responder-te "veterinária" e tu - depois de me veres astronauta - a encaixares logo o retrato na moldura!... :)
E eu a pedir-te que olhasses pela minha filha porque em mais ninguém encontro um reflexo tão certo daquilo por que anseio. Agora são duas. Já sabes!... :)

E gosto muito de ti!

(já agora obrigada pela gritaria à janela, soube-me tão bem que nem imaginas! :)


quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

logo

de caixas de correio mortas desenterro viv'almas!

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

nós


sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

recuerdo

ao deitar... :)


segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Aaaaaaaahh!!!!!!!! Snif, snif!!...

Graças ao A., aqui fica o video que todos vimos, babados, no jantar de 6ª feira.
A escola, nós em pequeninos (que saudades, que saudades!!!) e nós aos 22 anos num dos primeiros encontros em crescidos (e que gira que eu era aos 22!!! Ali é que eu era gira, o resto são tretas... :)...

Beiral - Classe 1980-84

sábado, 20 de dezembro de 2008

ontem

como Ontem.

sábado, 26 de julho de 2008

recuerdo


sábado, 29 de dezembro de 2007

agora

eu pus na Dois e eis que me aparece O chico, O buarque. Agora e antes.
Agora está a cantar a João e Maria (de antes).
É comovente a voz, a poesia, a música, a essência do Chico Buarque.
Fez-me lembrar "A Gota D'Água".

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Há seis anos

despenharam-se os aviões, caíram as torres,
mudou o mundo.
Mas também começou algo.
E mudou o mundo.

Enquanto choviam telefonemas com descrições aterradoras e fantásticas do sucedido, estávamos num jardim a fotografar um menino e um sapo. A Mariana, bebé, acompanhava-me no trabalho, sentadinha no seu carrinho de passeio.
Foi o meu primeiro trabalho com a M.I..
E nessa altura não adivinhámos o que viria a acontecer. :)

domingo, 9 de setembro de 2007

será

a happy hour aqui do blog?

(adenda: agora lembrei-me, com um sorriso, do tempo em que, no início do Tolice, nos encontrávamos lá para as quatro da manhã e enchiamos as caixas de comentários com conversas em tempo real!... e quando desatei a fazer os outros - o do Pessoa, o Língua nos Dentes - e andávamos a saltar de uns para os outros!!!! Foi a minha euforia inicial, com real a descoberta dos blogs... :D
Lemro-me de o Tiago comentar: andam com uma linda vida... a julgar pelas horas!....
:)

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

pout pourri 3

da terra...
na eira olhei para o que foi e segurei um fruto do mesmo chão.
pó.
Santa Catarina.

do mar
as ostras de Cacela. Não há como aquelas. Nem mar, nem vista. Nem vai haver.
































terça-feira, 28 de agosto de 2007

sobre esta imagem

falamos depois, mas não resisti a deixá-la aqui hoje!... :)


segunda-feira, 2 de julho de 2007

e então,

para concluir o dia, ao jantar, lá em casa (nossa casa), juntou-se a malta bem disposta:
Nós os amores, a prima e o amigo.
Foi uma galhofa pegada, com momentos memoráveis e diálogos delirantes!

Ainda aqui deixo alguns recuerdos da última tarde no Bairro de São Miguel.





"porque hoje é sábado"...

o programa de sábado foi um misto de emoção, riso, saudade, força...
Juntaram-se as três primas para esvaziar a casa da avó (a avó Mariana, que "já não mora lá..").
- A avó Mariana, coração maior que o mundo, porta aberta a toda a gente, improviso na algibeira e mesa posta para quem chegasse. "De seu nome Mariana", que "não era feia nem bonita", quando passava em Évora, descrita no "Perfil das Arcadas". A avó Mariana, "alfaiate", mãozinhas de ouro, na costura e no tempero. Mãe de todos. - Juntaram-se as três primas e acabaram duas, que isto, já se sabe, há irmãos que quando se pegam... mas, enfim, dei por mim a fumar um cigarro na varanda a pensar que em pequenas diziam as mesmas coisas quando se zangavam e o melhor sempre foi deixá-las resolver por si... até porque desta vez não havia pai nem tio por perto para resolver o assunto com uma bofetada para cada uma!!! Nem para isso, nem para ajudar na tarefa; ainda menos para recolher objectos de estima...
Assim se fizeram umas partilhas improvisadas, de coisas que ficaram para trás. Tão importantes outrora...
Muitas coisas se deram a quem precisa, outras seguirão caminho e, espera-se, recicladas serão úteis, como a colecção magnífica das "Diana", de caça e pesca, de décadas idas. Tantos anos guardadas por causa dos "meninos" e os meninos não as quiseram. Mas bem, já nem vale a pena pensar nisso, há que ser "práticas", há que ser práticas, e toca a tirar tudo dali.
Não faltou um momento de barbárie, acompanhado de riso - que a nós tanto nos dá para rir como para chorar - comigo a desfazer à martelada uma cómoda de madeira que se foi desmanchando ao longo dos anos (já entrou naquela casa velha, porque aquela casa era a única que tinha paciência para isso....) e que era impossível de transportar, escadas abaixo...
De casa da minha avó trouxe então, em resumo destes dias, as melhores coisas que se podem querer:
A máquina de costura antiga, de ferro, com que a minha avó punha comida na mesa;
as caixas da cozinha, onde guardava, devidamente identificados, o arroz, a massa, a farinha, etc...;
os cortinados da sala;
as fotografias;
uns retalhos de pano;
um saquinho com pertences da bisavó, acompanhados de instruções da avó Mariana, para quando ela morresse (!),
e muitos dias e noites bem passados, uma infância rica de amor e aprendizagem.
Como se ama incondicionalmente, como se cozinha, como se dá.
E a lembrança dos cheiros, dos sabores, das risotas, das preocupações, da correria.
De todos os que vinham. Dos serões, das manhãs, da luz da casa nas diferentes horas.
Da UCAL, da Granfina, do Morais.
Das sopas, dos guizados, da açorda, dos croquetes, das fatias recheadas.
Do "ê cá...", do "talho do Zéi", dos "bifis"... do "Cherépi!!"... :)
Das colheradas de Cerelac em pó, "ó avó posso?", de pôr a mesa e da caminha mais bem feita de que há memória.
Da laca no cabelo, pó de arroz e um batonzinho antes de sair... tic, tic, tic, lá ía ela de passo sempre apressado, que quem disse que os alentejanos são preguiçosos não conheceu a minha avó!
E tenho o coração cheio dela.

quarta-feira, 16 de maio de 2007