o programa
deste ano do Cool Jazz Fest mata-me!!
Costumo ir a uns e/ou outros... Mas este ano estou para aqui eu sem massa e a coisa ferve!!!..
Nervos.
deste ano do Cool Jazz Fest mata-me!!
Costumo ir a uns e/ou outros... Mas este ano estou para aqui eu sem massa e a coisa ferve!!!..
Nervos.
por
Lia Ferreira
às
14:09
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até à data, temos:
Madeleine Peyroux em Mafra;
Kings of Convenience em Cascais;
Eliades Ochoa no CCB.
Fica-me atravessadíssimo o Caetano Veloso, também no Cool Jazz Fest, como os dois primeiros (bom cartaz, como sempre) mas custa-me dar 50 euros por pessoa para ouvir e ver alguma coisa num concerto ao ar livre (já vi muuuuuitos do Caetano, tantos que perdi a conta, e em tantos locais que também já tive direito a concertos onde não vi/ouvi grande coisa... por 50 euros x 2 não me apetece repetir a experiência). Mas fica-me atravessado, fica, ainda para mais sózinho com o violão, numa de greatest hits, que, tirando alguns que já me enervam, são todos muito bons e ele é de facto um dos melhores intérpretes e, a solo, o meu preferido de sempre...
Os Pink Martini também devem ter graça mas mais 30 euros por pessoa também é demais, há que optar...
Diga-se que o Eliades Ochoa no CCB custa a módica quantia de 5 euros por pessoa, independentemente da zona, porém com lugares marcados, e deve valer muitíssimo a pena (o Homem é um dos Históricos Cubanos do Buena Vista Siocial Club, para quem não se recorda!).
por
Lia Ferreira
às
10:03
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eram grandes malhas, as dos GNR...
Grandes letras, que ainda hoje permitem as ironias e as brincadeiras que o R.R. faz com elas, e grandes melodias...
Do MEU ponto de vista, não houve mais bandas assim.
Foi bom lembrar Morte ao Sol, Efectivamente, Bellevue, Dunas, entre outras.
Faltou a Ana Lee.
por
Lia Ferreira
às
15:31
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não posso deixar de dizer:
Quem é o IDIOTA que os GNR arranjaram para baixista??!! Ah, é o Jorge Romão...
Que grandessíssimo CABOTINO!!!!!!!
O Cabrão praticamente arruinou a dinâmica do espectáculo!! Ora aí está um gajo que merecia ter sido despedido em directo, no palco!! (Mas os senhores portaram-se que nem senhores e resolveram ignorar - se é que isso é possível - o camelo!)
Imaginem:
A disposição no palco era cénicamente correcta e equilibrada! Atrás a banda da GNR, cento e tal fardas dispostas comme il faut; à frente os GNR. Do meio para a esquerda estava o Reininho e o gajo, do meio para a direita os dois guitarristas (infelizmente a bateria e as teclas não se viam, muito laterais.). Em frente ao Reininho, que era a cara do concerto, aquele que todos queriam ver, havia um avançado sobre o público, na diagonal/centro, para "destaque".
Pois bem, o PALHAÇO passou o tempo aos saltos (metade da idade dos outros, certo?) a avançar sobre o público.
Quando os outros faziam solos, ELE avançava sobre o público. Quando o Reininho experimentava avançar, ELE sobrepunha-se e avançava também, sempre ligeiramente à frente. O Reininho parava e ELE continuava. Um dos Guitarristas avançou algumas vezes e ELE colou-se SEMPRE!! Nunca deixou que ninguém lá fosse sózinho (enquanto ele passou o espectáculo inteiro a fazê-lo!!)!!
E, para cúmulo, fazia grandes "encenações", levantava o baixo no ar, atirava-o, etc, sempre em apoteose, no clímax das canções... esteve sempre a chamar as atenções para si, à descarada... nem parecia possível tamanha falta de noção... como se alguém, para além da tia, dos primos e amigos, quisesse prestar-lhe atenção!...
(Ah, e falava! Berrava ao microfone como se estivéssemos todos cheios de vontade de o ouvir a dizer fosse o que fosse!...)
Resultado: O Reininho cirulava para os lados, porque o palhaço estava sempre lá à frente. Não havia espaço para subtilezas (a que o Reininho se presta, quer em gestos, quer em palavras). Era inibidor de todos os outros.
Eu, ao fim de dez minutos, só olhava para ele e pensava: Abatam-no!
por
Lia Ferreira
às
15:01
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categorias: concerto, GNR, música, palhaço Jorge Romão.