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terça-feira, 18 de maio de 2010

o programa

deste ano do Cool Jazz Fest mata-me!!
Costumo ir a uns e/ou outros... Mas este ano estou para aqui eu sem massa e a coisa ferve!!!..
Nervos.

segunda-feira, 16 de junho de 2008

e para o Verão

até à data, temos:
Madeleine Peyroux em Mafra;
Kings of Convenience em Cascais;
Eliades Ochoa no CCB.

Fica-me atravessadíssimo o Caetano Veloso, também no Cool Jazz Fest, como os dois primeiros (bom cartaz, como sempre) mas custa-me dar 50 euros por pessoa para ouvir e ver alguma coisa num concerto ao ar livre (já vi muuuuuitos do Caetano, tantos que perdi a conta, e em tantos locais que também já tive direito a concertos onde não vi/ouvi grande coisa... por 50 euros x 2 não me apetece repetir a experiência). Mas fica-me atravessado, fica, ainda para mais sózinho com o violão, numa de greatest hits, que, tirando alguns que já me enervam, são todos muito bons e ele é de facto um dos melhores intérpretes e, a solo, o meu preferido de sempre...

Os Pink Martini também devem ter graça mas mais 30 euros por pessoa também é demais, há que optar...

Diga-se que o Eliades Ochoa no CCB custa a módica quantia de 5 euros por pessoa, independentemente da zona, porém com lugares marcados, e deve valer muitíssimo a pena (o Homem é um dos Históricos Cubanos do Buena Vista Siocial Club, para quem não se recorda!).

sábado, 19 de abril de 2008

efectivamente

eram grandes malhas, as dos GNR...
Grandes letras, que ainda hoje permitem as ironias e as brincadeiras que o R.R. faz com elas, e grandes melodias...
Do MEU ponto de vista, não houve mais bandas assim.
Foi bom lembrar Morte ao Sol, Efectivamente, Bellevue, Dunas, entre outras.
Faltou a Ana Lee.

no entanto

não posso deixar de dizer:

Quem é o IDIOTA que os GNR arranjaram para baixista??!! Ah, é o Jorge Romão...
Que grandessíssimo CABOTINO!!!!!!!

O Cabrão praticamente arruinou a dinâmica do espectáculo!! Ora aí está um gajo que merecia ter sido despedido em directo, no palco!! (Mas os senhores portaram-se que nem senhores e resolveram ignorar - se é que isso é possível - o camelo!)

Imaginem:
A disposição no palco era cénicamente correcta e equilibrada! Atrás a banda da GNR, cento e tal fardas dispostas comme il faut; à frente os GNR. Do meio para a esquerda estava o Reininho e o gajo, do meio para a direita os dois guitarristas (infelizmente a bateria e as teclas não se viam, muito laterais.). Em frente ao Reininho, que era a cara do concerto, aquele que todos queriam ver, havia um avançado sobre o público, na diagonal/centro, para "destaque".

Pois bem, o PALHAÇO passou o tempo aos saltos (metade da idade dos outros, certo?) a avançar sobre o público.
Quando os outros faziam solos, ELE avançava sobre o público. Quando o Reininho experimentava avançar, ELE sobrepunha-se e avançava também, sempre ligeiramente à frente. O Reininho parava e ELE continuava. Um dos Guitarristas avançou algumas vezes e ELE colou-se SEMPRE!! Nunca deixou que ninguém lá fosse sózinho (enquanto ele passou o espectáculo inteiro a fazê-lo!!)!!
E, para cúmulo, fazia grandes "encenações", levantava o baixo no ar, atirava-o, etc, sempre em apoteose, no clímax das canções... esteve sempre a chamar as atenções para si, à descarada... nem parecia possível tamanha falta de noção... como se alguém, para além da tia, dos primos e amigos, quisesse prestar-lhe atenção!...
(Ah, e falava! Berrava ao microfone como se estivéssemos todos cheios de vontade de o ouvir a dizer fosse o que fosse!...)

Resultado: O Reininho cirulava para os lados, porque o palhaço estava sempre lá à frente. Não havia espaço para subtilezas (a que o Reininho se presta, quer em gestos, quer em palavras). Era inibidor de todos os outros.

Eu, ao fim de dez minutos, só olhava para ele e pensava: Abatam-no!