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quarta-feira, 27 de maio de 2009

ah bom!

que o Caetano (Veloso) é, sempre foi e sempre será, o maior dos meus ídolos já se sabe, já se sabia...
Qual boa discípula, lá fui a correr comprar o zii e zie (mesmo sabendo que tão cedo não o escutaria; mas tinha que o ter, tinha que o ter...) depois de ter passado os olhos por um post do Ricardo Gross, assim meio na diagonal (porque agora é tudo na diagonal ou do avesso), e de ter ficado contente por ler que " A animosidade de Caetano para com o sexo feminino também surge pulverizada, e isso favorece Zii e Zie relativamente ao anterior Cê, fazendo-o deslocar-se da quezília pessoal por demais evidente, na direcção da genérica e ancestral incompatibilidade dos géneros (há mesmo um tema, pedido de empréstimo a João Bosco, que se chama justamente Incompatibilidade de Gênios(...)".
É que, para além de achar muita graça ao tema do João Bosco (e a outros, que o homem é uma delícia), muito me apraz saber que os desígnios das estrelas ditam sintonias, paralelismos nas distâncias, e que o Caetano está, para além das questões pessoais, num processo semelhante ao meu. (Fomos enganados, fomos todos enganados!...)

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

muito

muita leitura
muita cultura musical
no blog do Caetano Veloso.

E ainda
o video (um dos) apontado por Caetano, de Hermeto na lagoa com os "seus rapazes". Hermeto que eu conheci com os "meus meninos". Saravá! :)

terça-feira, 22 de abril de 2008

é verdade!

Hoje é o dia da Terra!


domingo, 14 de outubro de 2007


Híbrido

tudo entre aspas:

O Homem Velho é o Rei dos Animais.
Odeio você.

(fecha aspas)



Caetano está, esteve, farto.
Encheu o saco e partiu a loiça.
Farto de ser o consensual. Farto de ser o menino bonito. E espernou.

E este divórcio deve ter sido uma coisa feia.
Cê é purgatório.
Espasmódico.
Se umas vezes diz muito com a habitual eloquência, outras vomita tópicos. A ferros.
E exorcisa.

Com um bando de meninos "moderninhos" faz a coisa. E baralha as hostes. E cria inimigos.

Gostei muito de ter ido. Sempre fui, desde o meu primeiro. Já perdi a conta. E quando ainda não ía, por questões de idade, já conhecia. Cresci com ele.

Só não gostei de "Menino do Rio" e "Leãozinho", atirados, assim, no final, em tom de conciliação descarada. Assim como não gostei de alguns "piscar de olho" durante o espectáculo. Porque aí ele estava com medo de já não ser o "consensual".

Para quê? Se já não fazia sentido, nada daquilo, não o fizesse. Se já passou, se já acalmou, passasse à frente. Sucumbir a todas as questões comerciais (e espera-se agora, como sempre de há uns bons anos para cá, a edição, já anunciada, do Cê ao vivo...) de alguma forma corrompe a veracidade e honestidade de um álbum desta natureza. Ou não... depois de ver o espectáculo... talvez não. Talvez isso seja também uma parte da incisão, a cicatriz. Talvez, então, agora seja definitivamente comercial e ponto. E deixai-nos consumir avidamente tudo o que dali brote. Seja o que fôr...

...no entanto, por vezes, ainda, não pareceu. E se no início foi a ruptura, espero que tenha sido até ao fim. Perdoai-lhe o medo. E esperai para ver o que se segue.

"Odeio você."