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quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

ui, se eu agora

me dá para ficar política!...

(É que ando a sentir umas comichões... isto é por ciclos...
depois de anos de hibernação, a absorver, a absorver, eis que se me reacende a chama, mantida em lume brando...
ah ah ah, isto vai ser bom, vai!...
Se aos tempos da faculdade juntarmos aquilo que o dobro da idade comporta: ui!
É isso e a genética, mas eu vou aliar-me a um curso de gestão!
Sim, que estas voltas todas não serviram para mais do que enriquecer-me (o espírito, que fui esvaziando os bolsos!) e dar-me algum estofo...
Hum, já aí vou!
E agora só paro dos 36 a mais 36!... para descanso e férias nos trópicos!)

Tenho 34, a caminho dos 35, para quem se lhe aflore a dúvida.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

para a História

of the human kind... :)




quarta-feira, 5 de novembro de 2008

history made





amor
carisma
esperança
mudança
melhor.

Obama.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

O

ba-ma! O-ba-ma! O-ba-ma!

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

quase


num dia de posts socio-culturais, The Man!
Continuo só a ter medo que o matem.

Fotografia de Terry Richardson.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Acho

que a Jo não se importa, que eu aqui deixe o video que vi por ter carregado no link que ela deixou no seu blog! (Pois não?)
Vejam todo, é muito interessante! Nem que vão carregando no "pause" e vejam em frações, como eu fiz! (E os 21 minutos passam a correr!)


quarta-feira, 24 de setembro de 2008

breve comentário

isto dos centros de saúde... (a minha médica de família sempre foi um bocado chanfrada, mas até se andava a portar melhor... que antes ela receitava-me uma coisa e eu tinha que ir verificar se estava bem ou mal prescrita...)

Tenho comigo, felizmente, o relatório da operação que fiz há dois anos (nos tempos do Tolice) e que implica que faça uma cesariana electiva (com muita pena minha que adorei a recuperação do parto normal e, mal por mal, como foi tudo muito rápido, já pus de parte a violência da coisa...).

Ora, manda-me a senhora (a médica de família) que vá ao Centro de Saúde com 37 semanas e 4 dias para que a enfermeira mande um fax para a maternidade...
...depois devo aguardar que me mandem para casa UMA CARTA a dizer quando devo comparecer a uma CONSULTA de referência...
...para depois me MARCAREM a cesariana (que deveria acontecer com antecedência suficiente e não de urgência, para evitar entrar em trabalho de parto... não sei se estão a ver... a Mariana nasceu com 37 semanas...)

...ok...
Portanto, ou muito me engano ou a coisa vai acontecer à revelia disso tudo...
se calhar recebo a carta em casa quando a miúda já gatinhar...

Obrigada, uma pessoa fica mesmo confiante!...

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

a Alexandra Lencastre

anda há não sei quantas novelas com lentes de contacto azuis... agora andam vários, mas ela, será que ainda se lembra que tem os olhos castanhos ou aderiu por completo à moda do tira aqui-põe ali, mama aqui, mama ali?

(por falar nisso, sabiam que na NBP põem "enchumaços" de silicone nas maminhas das actrizes que não fizeram aumento cirúrgico dos seios e que eles acham que não têm o colo suficientemente cheio para agradar ao povão?)

sábado, 5 de julho de 2008

porque é que

está o Justin Timberlake, vestido, na MTV a cantar (celebrando os 5 anos "on air", ou lá o que é...) com três mulheres em lingerie no palco, contorcendo-se e gatinhando à la strip-tease?

"É moda", sugerem-me aqui ao lado...
"Não, não é! É até bastante antigo...", respondo...

(não estava enganada quando ao olhar para o início do programa pensei "a MTV cada vez me parece mais uma coisa de sopeiras...")

terça-feira, 6 de maio de 2008

depois

de me ter passado pelos olhos um excerto de um último (?) teledisco da
Mariah Carey (não muito surpreendente depois de um outro de há uns anos atrás) concluo que ela devia mesmo era fazer broches.

(eu vinha a pensar escrever: "ela devia começar a fazer broches para promover a música dela" - nos videos, quero eu dizer, porque o que ela faz para promover a música dela para além dos videos deve ser já muito mais elaborado - mas, pensando bem... ela devia mesmo era dedicar-se aos broches e deixar de gritar em desespero (a não ser para uns "sí, sí, cariño, oh sí!!). Há talentos incontornáveis.

terça-feira, 22 de abril de 2008

"The Bitch In The House",

edited by Cathi Hanauer - 26 mulheres contam a verdade sobre sexo, solidão, trabalho, maternidade e casamento...

Logo na introdução, deliciosa, franca e esperta (desculpem mas como não sou tradutora e respeito o trabalho de quem o é...):

"(...) I began to ask these women about their experiences - to dig deeper - and to consider and compare potencial reasons for this seeming epidemic of female rage.*

* A few that came to my mind: Too much to do in too few hours. Not enough help from society and, sometimes, spouses. Invasion of technology into our lives, further accelerating our already fragmented time. Financial responsability combined with the responsability and inherent desires of motherhood. The wish, regardless of financial responsability, to have a fulfilling carrer, for wich we've prepared all our lives. Pressure, thanks to a society obsessed with appearence combined with growth in the plastic surgery, cosmetic, and weight-loss industries, to look not only flawless but younger than we actually are. Lack of role models in our lives for what we're trying to do. (At my age, my mother was in the midst of a fifteen-year interruption of her carreer in order to cheerfully raise four children, head the PTA and the Brownie troop, and serve our family three homecooked meals a day, plus meet my father's every demand; my mother-in-law had mostly given up her career to aid my father-in-law's career and raise their two boys.) Lack of help from our extended families. (My mother had resumed that interrupted career and, at sixty-three, was at its pinnacle, working full-time while overseeing the care of my nonety-two-year-old grandmother and nursing-home-confined younger brother - not to mention still waiting on my father, who, conveniently for him, was stuck back in the 1950s.) The ideas and belief - courtesy of a culture ever more mired in materialism, consumerism, and false advertising - that we should have it all, do it all, and be it all, and be Happy. And if we're not, by God, something is wrong."

assunto que desenvolveremos...

quinta-feira, 17 de abril de 2008

alguém

trabalhar tão compulsivamente que deixe de ter tempo para, de forma sistemática, dormir, comer, viver e ser co-responsável (para além da sustentabilidade económica) pelos outros e a sua vida em comum, parece-me tão disfuncional como um sem-abrigo por opção própria que, pelo contrário, atirou tudo ao ar e os mandou foder a todos - sendo que me parece maior o encaixe de crânio do segundo que do primeiro.

domingo, 13 de abril de 2008

ora nem mais!

Mais uma vez a Rititi diz tudo, com a graça que lhe é natural.
Independentemente da questão* que originou o post, de que só tomei conhecimento através desta crónica assinada pela mesma Rita Barata Silvério (eu que não vejo noticiários e raramente leio jornais, mea-culpa, mea-culpa), é uma daquelas singelas chamadas de atenção para esta merda (e desculpem-me o termo mas já denuncio muita falta de paciência) desta sociedade machista encapotada (ou já nem tão encapotada como isso), consumista desenfreada de meninas tesudas e em êxtase, manipuladora e destruidora de amores próprios e auto-estimas e fabricante de imagens descartáveis à base de bisturis, injecções e outros que tais... tudo para consumo de uns burgessos arrogantes, alarves, ignorantes e desprovidos de sensualidade, maneiras ou inteligência emocional, que são a larga maioria destes homens que nos ressonam aos ouvidos.

* e quando renuncio à questão de base faço-o por desconhecer os factos, não por achá-la destituída de relevância.

terça-feira, 14 de agosto de 2007

ainda sobre mamas

que é um tema muito em voga, a julgar pela discussão que se levantou a partir do blog da Rititi, e pelas inúmeras capas de revista e artigos...

Nas últimas 24 horas deparei-me com três notícias idênticas, respeitantes, no entanto, a três pessoas diferentes.

A última, ainda agora, era sobre a Floribela, que enchia a capa de uma revista cujo título principal era qualquer coisa como "o novo peito de Floribella". Podia ainda ver-se um destaque para uma citação do género "estou muito contente".

Ontem tinha ficado embasbacada ao folhear outra revista, ao deparar-me com a dupla página sobre a Solange F., rapariga de "ares modernos e emancipados", longe do espírito gata-borralheira da anterior. Acrescentava, a dita cuja, que divulgava o feito para ajudar outras mulheres que se sentissem em dúvida, ou inseguras, ou qualquer coisa assim...

Antes disso, outra notícia semelhante sobre já nem sei quem, mas com certeza alguém importante, para merecer estas honras de destaque...

Bem, mas tudo isto vem no seguimento de inúmeras outras notícias sobre essa imensidão de novas vedetas que polulam o nosso quotidiano socio-cultural. Nas televisões, nas revistas, nos jornais, na publicidade, na cabeça das criancinhas, na cabeça dos homenzinhos e, pelos vistos, na cabeça das mulherzinhas do nosso país. (Falo do nosso país, porque este fenómeno, que há décadas invadiu os Estados Unidos, depois o Brasil,países da América Latina e Espanha, vem atacando com força os nossos brandos costumes.)

Há dias, em conversa, dizia eu que esta mania de corresponder aos novos estereótipos da mass-media, alastrou em Portugal com a introdução de novos canais televisivos. Que eu me lembre! Porque do tempo em que saíram as novas revistas "femininas", ficou a moda do Wonderbra e pouco mais...

Hoje em dia é estrondosa a quantidade de "miúdas" ou "graúdas" que vai e muda as mamas. Assim.
Vedetas, as que divulgam e as que não divulgam.
Modelos nem se fala (anda tudo na loucura!!!).
A comum das mortais.
É de todos os quadrantes...

Quase todas argumentam, assim como alguns defensores, que é para se sentirem melhor.
Que havia aquela parte do corpo com a qual não se sentiam bem, que se sentem mais sedutoras, que finalmente podem vestir vestidos sem soutien, etc...

(Ah, já sei, a outra era a Sónia Brasão!
Mas quem diz estas, diz muitas outras, que me lembre!)

E isto, tudo isto, me entristece e agride, senhores.
Porquê, poderão perguntar.
Porque não encaixo isto na puta da minha cabecinha.

Porque, como todos, cresci numa sociedade cada vez mais repleta de informação.
Porque vivemos no século XXI e não vivemos no século XXI.
Porque não evoluímos assim para "tão" melhor.
Porque o que as meninas querem não é ser como a Barbie. O que as meninas querem é ser como a Barbie e ser as novas meninas da TV Cabo. E ter como ambição ser as novas meninas da TV Cabo, é ter como ambição um nome e um número de telefone para um "Me Liga, Vai", esfregar com ar lascivo a careca de um "homem comum", envergar lingerie sugestiva (sem soutien, ui que alegria) para fazer babar o comum dos espécimes de género masculino.
Porque esta associação preversa entre beleza feminina e poder não é de hoje e pelos vistos é de amanhã.
Porque isto é o que querem as meninas, as mães e os pais das meninas, e os namorados das meninas.
Porque para quê ter projectos na vida, se nada preenche mais a auto-estima e o ego que um par de mamas.
Se acho estúpido centrar o nosso encanto numa parte do corpo, o que dizer de centrar o nosso encanto numa parte do corpo que adquirimos como um carro, um plasma ou um relógio Calvin Klein...

Mas não é para agradar aos homens. Sentem-se melhor consigo próprias. Ai sim? E porquê? Porque é uma sensação do caraças ter um implante no peito? Porque lhes faz bem à saúde? Porque é como ter sede e beber água?
É como esta nossa ditadura dos pelos. Arrancamos os pelos. Porquê? Porque é uma coisa perfeitamente natural? Porque dá um prazer dos diabos arrancá-los todos com cera, máquinas, ou o que fôr... é uma maravilha, melhor coisa não há, por isso fazêmo-lo com gosto.
Não. Porque somos escravas de uma cultura machista dominante, que serve fantasias pro-pornogáficas, mas já nem vale a pena entrar por aí, porque senão vou parecer uma feminista a acenar o soutien em chamas.
E quando falo em usar ou não usar o soutien, acho que se deve fazê-lo ou não por se sentir confortável, com ou sem. Fisicamente, quero dizer, que a estética, essa, tem muito que se lhe diga.
Portanto: Silicone nas mamas, se não é para agradar aos homens, é para quê?
E a obrigatoriedade de agradar aos homens é porquê?
Porque faz parte da atracção entre os géneros, na reprodução das espécies... ah.
Pois a mim parece-me que há qualquer coisa de errado aqui.

E assim vamos avançando a galope na evolução da espécie. Eu diria mesmo que as mulheres correm de gatas. Que é bom, do ponto de vista masculino, porque a posição de "quatro" é uma das que lhes enche as medidas.

Enfim.

Talvez o interesse em ser possuidora de um par de mamas de silicone seja o de que perduram. Quando todos estivermos transformados em pó, elas prevalecem. Continuam, ali, rijas e perfeitas, as próteses.

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

por falar em bichos

de resto, é uma selva!!!

...é o Socorro III !!!

quinta-feira, 2 de agosto de 2007

Hombre!

Enquanto já quase cabeceava com a pasmaceira em que a Blogosfera se tornou desde que Julho terminou (com isso e com o sono que me arrasa, pelas noites mal dormidas...) fiz uma das visitas costumeiras "ao da" Rititi e deparei-me com esse belíssimo post que tinha vontade de transcrever na íntegra!
Fica o link, que é muitíssimo mais justo, até porque, coño, não tenho, de certeza, mamas como as dela, e a coisa assim dita ganha muito mais relevância!.. :D

Como lhe disse, em comentário, confesso que fiquei à espera, até ao fim, que "ela" desviasse por alguma observação com a qual não concordasse... mas não! ;)