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quinta-feira, 27 de maio de 2010

quarta-feira, 26 de maio de 2010

terça-feira, 18 de maio de 2010

quinta-feira, 22 de abril de 2010

terça-feira, 20 de abril de 2010

quinta-feira, 25 de março de 2010

:)


daqui.

quarta-feira, 24 de março de 2010

outra vez a superar expectativas



epá, coisa de nível!..

segunda-feira, 15 de março de 2010

sim,

porque depois dão nisto!... (como se pôde ver cá em casa, todo este tempo...)
Haja educação!

quinta-feira, 4 de março de 2010

..

para começar melhor o dia fui cortar o cabelo. Com um desbaste assim terapêutico, quase careca, sinto-me bem.
Ontem tive uma deliciosa, magnífica reunião com a minha nova guru. I shall follow her till the end.
Sintonia em terrenos movediços como o "dos negócios". Passos à medida dos pés. Hum, bom, bom, bom!...
Orçamentos de janelas, portas e eu a dizer "uma folha oscilo-batente, duas folhas corredoras". Muito pro.
E sempre no mundo da lua, no mundo dos blogs, no mundo das sintonias, dou por mim a olhar um concurso televisivo de fim-de-tarde (ainda os há!) que alguém zappou no dia dos meus anos e a ficar perplexa por ver que AINDA HÁ PROGRAMAS COM MULHERES A ENFEITAR!!!!
A sério que fiquei parva!!! Sinto-me tão a anos luz daquilo que achei que era mais um cromo da caderneta "crómó" do Markl na Comercial, coisa morta, universo distante!!...
Mas depois caio na real e penso que basta olhar à volta na rua e ver as mulheres, ainda tão preocupadas tão e somente em agradar ao sexo oposto...
Também ontem (foi ontem? não, anteontem) em casa da minha priminha, de manhã, estava a televisão ligada no canal fox life (seria? fox qualquer coisa) e passavam séries em catadupa com mulheres à la carte, à la minuta, todas produzidas comme il faut pour que sa sonne, com muitos affairs, muita cama, muitos homens igualmente bronzeados, torneados, e cujo universo girava em torno disso mesmo, dos relacionamentos, do sexo, da atracção e eu pensei "what da fuck?"
Que se passa? Ou o que não se passa?
Am i the only one living my own life, here?

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

ah

e já quase me esquecia!...
Hoje passei por um mupi que dizia qualquer coisa como "E se a tua mãe fosse lésbica?" em letras maiores e "mudaria(va?) alguma coisa?" em letras mais pequenas.

Era o quê, aquilo?

das actualidades, ou nem por isso

- sobre o Mário Crespo: mas está tudo maluco, ou quê? Diz que disse?
- se me apanhasse com o B. Fachada a cantar-me à cabeceira fugia aos gritos, não sem antes agredir o senhor, respeitável, pois claro. Mas não há qualquer risco disso, estejam descansados, porque o B. Fachada também não teria qualquer interesse em cantar-me à cabeceira. Ainda p'ra mais, eu até gostei do Avatar e tudo!... pf! Estou arrumada!..
- alfaiates de Lisboa e marias "stylistas" só para rir!.. miserere!...

Só para que fique bem claro.
Santa paciência!...

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

ainda

este!!!!
Sim senhor!... Muito bem!!...

vai daí, fui ver...

!!!
É escandaloso!!!
Depois disto, o quê?

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

escapou-me alguma coisa

o santana coiso foi condecorado porquê?

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

e no dia

em que se deixarem de compadrios, já tenho a solução para a miséria dos museus...
(hoje acordei com a resposta!)

Mas isto não é coisa para quando formos ministros da cultura, isto é coisa para quando formos primeiros-ministros! (Ó ricky-martin, prepara-te que sempre tens uma ar mais institucional que eu...)

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

eu não percebo

é porque é que as pessoas insistem tanto em casar-se!
Tabu, tabu, é esse!

Mas sim, que tenham todos o direito a fazer asneira, caramba!

terça-feira, 3 de novembro de 2009

carpideiras

"Espanha resgata tradição de mulheres pagas para chorar em enterros

Um ofício da Idade Média extinto há dois séculos está sendo resgatado na Espanha para salvar a economia de muitas donas-de-casa em tempos de crise. Com a condescendência de sacerdotes católicos de paróquias rurais, estão de volta as carpideiras, mulheres que recebem dinheiro para rezar e chorar por mortos desconhecidos.
A tradição europeia das carpideiras, que atuam em dias de Finados, enterros, missas e datas como aniversários de mortes, foi proibida no século 18. No entanto, com a crise econômica mundial, parte do clero espanhol decidiu ser mais flexível, permitindo que as famílias consigam um dinheiro extra.
"Não se trata de mudar a lei, nem desobedecer à Igreja Católica, mas, se pudermos entre todos dar uma mãozinha a quem precisa, é um ato de caridade cristã", disse à BBC Brasil o padre Antonio Pérez, responsável pela paróquia de Campanário, em Bajadoz (oeste da Espanha).
Na paróquia de Nossa Senhora de Assunção em Campanário, o serviço de carpideiras vem sendo anunciado durante as missas nos últimos três meses.
O sacerdote não só informa aos fiéis sobre o serviço como ainda avisa as "rezadeiras choronas e gemedeiras" (como são conhecidas as carpideiras) quando algum dos 5 mil habitantes da cidade está doente e em risco de morte.
Para rezar e chorar por um morto desconhecido, as mulheres recebem entre 20 e 30 euros por dia.
Em datas como o feriado de Finados, o trabalho inclui ir ao cemitério, lustrar a lápide, trocar as flores, rezar e recitar salmos pelo morto.

Vocação
"O que eu faço é por vocação. Rezar, rezo todos os dias. O dinheiro, não vou dizer que não ajuda agora que a coisa está como está", conta Facunda Santiestéban, de 64 anos, estreando no ofício de carpideira profissional em 2009.
Facunda afirma que, por sua presença constante nas missas, muitas pessoas lhe pediam orações e pagavam com presentes.
"O padre conversou comigo e passou a entrar um dinheiro que não dá para muito, porque para ficar rica tinha que morrer uns sete por dia, mas ajuda a pagar algumas contas", diz a carpideira à BBC Brasil.
Ao contrário das profissionais da Europa medieval que gemiam alto, chegando a rasgar parte das roupas, davam socos no peito e até arrancavam fios de cabelo durante as atuações nas missas e funerais, as novas carpideiras do século 21 são discretas e rezam em silêncio.
Foi por estas encenações, consideradas escandalosas pelo Vaticano, que o ofício passou a ser perseguido a partir do século 13, até a proibição no século 18.
A Igreja Católica ameaçou de excomunhão a quem continuasse chorando e gemendo alto por um morto desconhecido em troca de dinheiro, também porque as atuações assustavam os fiéis e incomodavam os sacerdotes que tinham de gritar para ser escutados durante as cerimônias.

Descontos
Apesar da proibição, em algumas cidades rurais de províncias espanholas como Extremadura, Galícia e Canárias, o ofício se manteve escondido das autoridades eclesiásticas de Roma.
Ángela Díez Compostrana, de 63 anos, é carpideira profissional desde os 21 na cidade de Casar de Cáceres. O trabalho dela vai da oração de salmos e acender velas até cuidar de trâmites legais e documentos do morto para a família.
"Tem gente que não pode ou não quer fazer essas coisas. Tem famílias que saíram da aldeia e custa trabalho vir aqui para isso. Então faço minha parte e ainda uso minha fé para ajudar essa alma a estar em paz", argumenta Ángela à BBC Brasil.
"Com a crise, o serviço aumentou um pouquinho. Algumas famílias deixaram de vir, porque viajar sai mais caro do que me chamar. Mas também me pediram descontos. Até por 10 euros trabalhei, porque está apertado para todo mundo.""

Para mais notícias, visite o site da BBC Brasil

© British Broadcasting Corporation 2006.

Ouvi de manhã na Europa Lx mas retirei daqui

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

estava aqui a pensar

que não percebo como é que um primeiro ministro eleito - seja ele qual for - não convida, por exemplo, um Garcia Pereira para ministro do seu governo...
...porque não convidar um homem que tem dado provas de perseverança, seriedade e profissionalismo (parece que é um óptimo advogado e professor universitário, entre outras coisas)?
E, sim, dar-lhe mais visibilidade, oportunidade?

Quero dizer, perceber percebo... Reina a mediocridade, como sempre, e o medinho que alguém nos roube o protagonismo... para além dos interesses e contrapartidas que as outras opções possam garantir.
Mas era giro, não era?
Era bom.