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sábado, 13 de outubro de 2007

sábado

ainda em cima da cama, onde me encontro, olho para o estado das pernas e penso se não haverá um banho de qualquer coisa, uma cuba de parafina, onde a pessoa se possa enfiar inteira (ok, ok, convenhamos, cabeça de fora!...) que deixe uma camada uníca, uma película medianamente espessa, com um aspecto fabuloso de látex cor-de-rosa, semi-opaco, que, com a ajuda de um bisturi, fosse cortado a direito para nos fazer sair de lá livres de pelos e perfeitamente esfoliadas?
Não há, não há??!!

Ó rais-part'agora ter que passar o tempo livre a arrancar pelos e fazer tudo aquilo que deveria fazer para me tornar uma dona-de-casa apetitosa...

-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-..-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-

de resto, agora, dava-me jeito escrever "tudo" neste post, porque a internet, maaaaiiissuuuumaaaaaveeeeeezzzzz, está lenta de fazer arrancar os cabelos todos só com os nervos... ainda se a coisa se pudesse converter e aplicar aos pelos...

"João"

que bonito!
Redentor.

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

olhe, sabe?...

é que eu não vou poder vir trabalhar...
Tenho que tirar pelos (milhões, bigode incluído, ou então mais vale perder tempo e ir ao barbeiro, para começar a moldar um bigode à Eça...), pintar o cabelo e dar-lhe uns retoques de tesoura, que está completamente desprovido de sentido...
...e, sabe, tenho que tricotar e coser, e pintar e desenhar (ou voltar a aprender...); ginástica dava jeito, já p'ra não (voltar a) falar dos médicos das várias especialidades, dos livros que se amontoam e que já não vou ter tempo para ler; no dormir, que tanto preciso...
Isto só para fazer a coisa por menos... assim levezinha, para não o maçar com queixas...

...e depois acordei.

terça-feira, 9 de outubro de 2007

esta semana

dois concertos, dentista e ginecologista... ou seja, para a sustentabilidade, não posso comer. Nem respirar... :b

já agora os links...

para as informações sobre os concertos...
(...para os profissionais de saúde, nem por isso...)

Maria João e Caetano Veloso.

domingo, 7 de outubro de 2007

não fazer nada

sabe muuuuiiito bem!...
Foi a isso que me dediquei ontem, tooooodooo o dia!... :)

Dormi até à uma da tarde, passeei o cão (falei com a prima ao telefone), vim para casa, liguei o computador, passei os olhos pelo jornal de há três semanas atrás (só os suplementos que me interessam...), revi as fotografias do aniversário, falei - deitada na cama com a gata por cima - com a amiga ao telefone (muito blá-blá do bom!), e almocei já de noite...
Depois desatei a tricotar furiosamente, que bom, que bom, que bom, enquanto dava a O.T.3 (sempre fui fã e fiel seguidora da 1 e da 2), levei o tricot para a cadeira do home-escritório quando acabou (o programa) e ali fiquei, meia-liga-meia-liga, enquanto o meu amor pilotava num computador perto de si... :)

Hoje comi mousse ao pequeno almoço (ontem suspiros) e passei por aqui.
Ai, ai... :)

sábado, 6 de outubro de 2007

das festas...

O dia começou cedo, claro, mas vá que não às sete, hora a que acorda habitualmente, porque ainda é uma menina relativamente bem-mandada! E quando eu lhe entrei no quarto às seis para as nove, avisou-me: antes das nove não podes!!! :)
Agarrei-me a ela aos beijos, Parabéns, Parabéns (em voz alta, que se deitara por volta da meia-noite, e eu já a tinha felicitado intimamente, para não lhe desestabilizar o sono...), e desatámos aos saltinhos de contentamento!!!
Depois de a enfiar na banheira para um duche rápido, rápido, encetámos os presentes e vibrámos com a entrada triunfal do Pessoa na sala, de dvd entre dentes, embrulhado a preceito. Há apenas um ano que não aredita que o Pessoa realmente entre nos estabelecimentos comerciais para lhe comprar a prenda, mas dá-me gozo insistir na proeza do cão, pelo que a performance foi um êxito... :D
Muita roupa (e uma quase falência), alguns brinquedos escolhidos e pensados a dedo (!), livros para algumas noites e deixei para os meus pais as prendas "sensação"...
Pela manhã brincou com a sua mala de veterinária, não com o peluche que lá vinha mas com o cão de carne e osso que, como sempre, alinhou muito bem na brincadeira e prostrou-se diante de si com o ar mais "coitadinho, miserável e doentinho" que se podia esperar de um cão e se prontificou a ser auscultado... :)

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Querido Iago

(e querida Pepperrrrr...)

Ainda não tinha aqui publicado nada porque estou à espera das fotografias que o meu querido dono tirou...
...as da "mamã" não estão lá grande coisa (diz ela que a culpa é dos modelos, que não paravam sossegados...desculpas!!!) e eu achei que o momento merecia uma cobertura profissional!!...
...Mas como já vi que o melhor é esperarmos sentados, assim, pelo menos, vamo-nos entretendo com uma pequena lembrança do primeiro dia em que nos cheirámos!
O frenesim foi grande (a começar cá por casa, que desataram todos a correr para a rua sem fazer aquilo que fazem seeeeempree, que é tomar banho... - aliás, bem podiam ganhar-lhe o gosto e deixarem-se de banhos, que eu passo a vida à espera que saiam do aquário....) e achei tudo muito divertido!
A tua maninha é muito gira... er... com todo o respeito... (mais tarde verás a fotografia que temos em que ela me "mordisca" o pescoço... eh eh... eu fiquei visivelmente "atrapalhado"...)
E tu, Iago, és o maior!!!

Voltem sempre!

Abraços e lambidelas,

teu Pessoa.
(See you soon, sweet Pepper!!)




sexta-feira, 28 de setembro de 2007

eu(?)

que tinha horror a ficar em casa,
não podia com o silêncio,
dormia como último recurso
e só queria ir para o café falar de baboseiras,
dou por mim com ânsias de estar em casa, que nenhum tempo me chega,
quero fazer as minhas "coisinhas"...
tenho sono e durmo por vezes a sesta, quando já não aguento e posso,
não tenho pachorra para conversas ocas ou pretenciosas,
e "esqueço-me" há meses do código para reiniciar o rádio do carro...
é, talvez, o que nos dá a paz de espírito e o amor encontrado...
ou a idade.
Mas nem por isso é monótono. É um sem número de possibilidades que se abre. No campo da imaginação, é claro. Porque todo este desejo não tem correspondência na vida real.
Para já.

"só me apetece dar gritos!..."

foi como consegui explicar, resumidamente, o meu estado de espírito à minha amiga Jo, a quem liguei no desespero de ouvir a sua voz reconfortante. Tranquiliza-me. Faz-me sentir bem. Liguei-lhe porque, mesmo que não lhe pedisse ajuda em nenhum caso em concreto, mesmo que não me desse nenhuma das suas maravilhosas leituras sobre as diversas situações, ajuda-me, mesmo sem pensar nisso, a pôr as idéias no lugar. A encontrar-me. :) e isso é bom! Melhor ainda com a certeza de que não lhe pesa, não lhe suga a vida ou a energia. :)

Mas adiante, isto para dizer que larguei tudo, fui buscar a cria à escola, sugeri-lhe que não fosse à natação e me poupasse à ginástica (mesmo que ambas me custem 125 euros/mês), já não voltei ao escritório, piquei o ponto de saída e não quero pensar mais nisso até segunda-feira (fica a carta de intenções, que desde que saí já fiz não sei quantos telefonemas - e ainda a culpa, a culpa!, o "dever", a eficiência e rentabilidade... :b) e atirei connosco para a esplanada do café que tinha corneto de morango. Demos 2€ à Santa Casa da Misericórdia e 40 cêntimos ao Colombo, para atravessar o parque e não ter que gramar com o trânsito dos acessos normais...
Agora estou a enregelar num banco de jardim (é Outono, nada a fazer), enquanto a miúda mata saudades do parque infantil que fica mesmo em frente à nossa antiga e eterna casa. Viva o wireless, quando não desacelera...

terça-feira, 18 de setembro de 2007

assim

é que devia ser... mais vezes!
Eu a tricotar no jardim, e eles a andar de bicicleta, todos contentes!

Mas sem a parte da queda e do sangue a jorrar do nariz...

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

pout pourri

sem dúvida, a Mariana aproveitou-as bem! Às férias, quero eu dizer! :)




















de vigia numa praia de S. Miguel





















a saltar as ondas com a sua pranchinha























































e a lançar o papagaio!

Fora isso: sempre de molho, com os amigos, ou a fazer perguntas, perguntas, perguntas...

terça-feira, 28 de agosto de 2007

Ratat(o)ui(lle):

Je t'aime!




















ps: adorei. Mas, para mim, a melhor cena do filme é aquela em que o "terrível" e temível crítico prova a ratatouille!!! ui... tão ao modo "amélie"... tão carne-e-osso!... Lindo!
...e claro está que podíamos ser 6 lá em casa...! :D

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

terça-feira, 14 de agosto de 2007

e, do outro dia...

"Venham todos!!! A miúda está a dar pão!!!"

E vieram. Os patos, os pombos, as tartarugas e os peixes. Vieram todos. :)





mais


sexta-feira, 3 de agosto de 2007

novo hobbie

ver aviões...


happy hour

Pela côr, pela luz (que linda na Mariana), e porque fomos passear o cão ainda de dia...
(atenção à foto da "medição de forças"... :D)

ps: as últimas fotos foi a Mariana que tirou. A do Pessoa não está o máximo? :)








quinta-feira, 26 de julho de 2007

silêncio



ponham bem os olhos nesta imagem.

Longe de ser a imagem mais marcante do filme "Casa de Areia", que é todo feito de imagens belíssimas, é uma fotografia desses três. E que três!

O que esperar de um filme que conta, para além de outros digníssimos actores (como o sempre fabuloso Stênio Garcia), com estes três?!!!

Descobri-o (o filme - a sua existência!) nos tempos do Tolice, em pesquisas na net. Nunca passou pelas nossas salas de cinema. Disposta a comprá-lo na Amazon ou no ebay, descobri, feliz, que existe na FNAC!!

Não é, aparentemente, um filme fácil, para quem esteja à espera de acontecimentos a ritmo alucinante... mas o que é certo é que nos prende, naquele imenso vazio. Ficamos agarrados ao destino daquelas personagens, no seu desespero e na intransponibilidade daquelas dunas imensas (maiores ainda em 1910, sem a ajuda de motores para as atravessar).

Para mim, os melhores diálogos estão reservados para o fim.

Quando a Montenegro, já a fazer de filha/mãe muito envelhecida, na geração do meio, vê chegar a sua filha (numa cena em que também é ela a representar o papel, portanto contracena com ela própria), também já envelhecida, que não vê há muitos anos (40, talvez). Como todas as mulheres da família têm traços muito parecidos (são sempre representadas na idade adulta e na velhice por Fernanda Torres e Fernanda Montenegro, filha e mãe na realidade), a velha senhora, ao ver chegar a filha, julga, por momentos, estar a ver a própria mãe (de quem se lembra com aquela idade).
A expressão no olhar quando diz:
"-Mãe?", seguida de uma pausa para recuperar a consciência do provável e logo depois dizer "-Filha!" é comovente. E a situação não deixa de nos arrancar uma gargalhada.

Quase de seguida, quando as duas conversam e a filha aproveita para contar à mãe notícias do mundo de "fora", falam sobre a ida do Homem à Lua.
A mãe pergunta se ele voltou mais novo (por causa de uma teoria de que tomou conhecimento breve muitos anos antes) e a filha responde, espantada, que não, que acha que até voltou mais velho...
Depois a mãe quer saber o que encontrou o Homem na Lua e a filha responde-lhe que nada! "-Areia"!
Essa é talvez a maior quebra de expectativas que se pode dar àquela mulher, enclausurada pelas dunas imensas do Maranhão brasileiro durante dezenas de anos, de onde tentou sair, em vão, na maior parte da sua vida adulta.
E é de uma tristíssima beleza, esse momento.

De resto, o Seu Jorge é sempre um regalo para os olhos e para os ouvidos. Faltava falar nele.

quarta-feira, 25 de julho de 2007

e o diabo veste Prada

e que bem que lhe assenta!! :)